Tuesday, December 31, 2013

As balsas com os fogos (Foto: Reprodução/TV Globo)

Balsas com fogos já se deslocam para Copacabana, diz Capitania

São 11 balsas carregadas com 24 toneladas de fogos.
Nos 16 minutos de espetáculo de luzes, corações aparecerão nos céus.As 11 balsas que levam os fogos se deslocaram da Praia da Ribeira, na Ilha do Governador, para as praias de Copacabana e Leme, na Zona Sul, pouco depois das 7h desta terça-feira (31), de acordo com a Capitania dos Portos do Rio. A partir das 9h, a Capitania acompanha os procedimentos por meio de sobrevoo e por equipes no mar.

Está prevista para a tarde desta terça uma inspeção para checar se o posicionamento das balsas na orla está de acordo com o mapeamento feito pela Capitania. São 24 toneladas de fogos que proporcionarão 16 minutos de um espetáculo de luzes nos céus de Copacabana. Corações serão formados pelos fogos o que, para o prefeito Eduardo Paes, é um bom momento para um beijaço na virada. 
As comemorações de Réveillon no Rio terão shows gratuitos em nove bairros antes e depois da virada para 2014, na terça-feira (31). Só em Copacabana, Zona Sul, onde foram montados três palcos (veja a programação abaixo), são esperadas 2,3 milhões de pessoas (767 mil turistas), segundo a Riotur. Entre as atrações estão Nando Reis, Beth Carvalho e Lulu Santos. O rapper norte-americano Will.I.Am, do Black Eyed Peas, teve a participação cancelada, por problemas no contrato.
O evento terá 32 torres de som, 300 banheiros químicos, 30 torres de segurança, seis postos médicos e 56 UTIs móveis. Serão 16 minutos e 24 toneladas de fogos, divididos em seis etapas. Quatro bombas também serão disparadas. O sistema de disparo e detonação. Os fogos serão posicionados em 11 balsas, a 400 metros da orla.
Outros palcos
Além de Copacabana, o Rio também terá palcos montados na Ilha do Governador, Madureira, Penha e Ramos, no Subúrbio; Sepetiba e Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste; Ilha de Paquetá, na Baía de Guanabara; e Flamengo, na Zona Sul. Além da capital, Mesquita também terá festa gratuita, com a quinta edição do Réveillon da Baixada. Em Niterói, a Praia de Icaraí também terá show de queima de fogos e apresentações musicais gratuitas

Queima de fogos na enseada de Sydney


Samoa, partes de Kiribati e Nova Zelândia recebem 2014

Os cerca de 180 mil habitantes de Samoa comemoraram a chegada do Ano Novo às 10h GMT (8h de Brasília no horário de verão)

Bangcoc - Os habitantes de Samoa, Kiribati e Tokelau (território administrado pela Nova Zelândia), no Pacífico Sul, foram os primeiros a se despedir de 2013 e dar as boas-vindas ao ano de 2014.
Bangcoc - Os habitantes de Samoa, Kiribati e Tokelau (território administrado pela Nova Zelândia), no Pacífico Sul, foram os primeiros a se despedir de 2013 e dar as boas-vindas ao ano de 2014.

Dilma vai passar o réveillon ‘quietinha’ na Bahia


SALVADOR — A presidente Dilma Rousseff deve passar o réveillon “quietinha”, na definição de uma das assessoras que a acompanha na Base Naval de Aratu, na Praia de Inema, Subúrbio Ferroviário de Salvador. Isso significa que ela deve permanecer com seus familiares no prédio da Casa do Comando do Complexo da Marinha onde está hospedada, dentro da base. No ano passado, a presidente ofereceu um almoço aos governadores Jaques Wagner (PT), da Bahia, e Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco, hoje seu adversário político. Com a ruptura de Campos com o governo federal, a confraternização este ano só deverá ocorrer com Jaques Wagner. Ao contrário do domingo, Dilma não foi vista nesta segunda-feira em passeio de lancha pela Baía de Todos os Santos.
O presidenciável Eduardo Campos (PSB) vai passar o Ano Novo na casa de praia da família em Candeias, bairro de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana de Recife. Desde esta segunda-feira, Campos já dorme na casa, onde vai receber, ao lado da mulher, Renata, grávida do quinto filho do casal, amigos e familiares. Nesta terça-feira, às 10h, ele participa de uma missa de ação de graças na Paróquia de Casa Forte, em Recife.

O senador Aécio Neves, provável candidato do PSDB ao Planalto, ainda não decidiu onde vai passar a virada do ano. Recém-casado com a ex-modelo gaúcha Letícia Weber, Aécio passou o dia de segunda-feira no Rio junto com a mãe, Inês Maria. No ano passado, o tucano optou pela festa da Isla Privilège, em Angra dos Reis.

A Nova York de Bloomberg


Nos 12 anos em que esteve na prefeitura da mais famosa cidade americana, Michael Bloomberg capitaneou a recuperação econômica após os atentados de 11 de Setembro, viu a criminalidade diminuir, mas o número de sem-teto aumentar. Confira os números:
População: Em 2001, eram 8 milhões de pessoas vivendo em Nova York. Hoje são 8,3 milhões.
Criminalidade: Caiu 31%. Em 2001, foram 649 assassinatos; em 2012, 419. A polícia parou e revistou 532.911 pessoas sob a prática do stop-and-frisk.
Economia: A renda média subiu 36%. Em 2000, era de US$ 38.293. Em 2012, de US$ 52.100.
Bilionários: A cidade era residência de 28 bilionários em 2002. Esse número pulou para 70 em 2013.

Parques: 757.386 árvores foram plantadas durante a administração Bloomberg.
Desemprego: A média na cidade é de 8,4%, enquanto a nacional é de 7,3%.

Pobreza: 38% dos residentes vivem abaixo da linha de pobreza.
Sem-teto: O número pulou de 31.063 em 2002 para 50.926, em 2013

Começam funerais de vítimas dos atentados em Volgogrado

VOLGOGRADO - O número de mortos dos ataques terroristas em Volgogrado subiu para 33 depois que dois feridos morreram, informou a agência de notícias Interfax nesta terça-feira, citando o Ministério de Emergências da Rússia. Enquanto isso, bandeiras em toda a província foram colocadas a meio mastro durante o luto oficial decretado na região até sexta-feira. E começaram os funerais das primeiras vítimas dos ataques aparentemente perpetrados por fundamentalistas islâmicos .
O homem que detonou a bomba na estação ferroviária no domingo foi identificado pela imprensa local como Pavel Pechonkin, de Volzhsk , uma cidade da República de Mari El, pertencente à região do Volga. Os serviços de segurança russo, no entanto, não confirmaram a identidade do suspeito.
A estação de trem da cidade foi alvo uma explosão no domingo, e um ônibus eléctrico foi atacado na segunda-feira, aumentando os temores de ataques islâmicos a um pouco mais de um mês dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi.

Superstições atraem público ao mercado Ver-o-Peso, no Pará

mercado Ver-o-Peso, maior feira a céu aberto da América Latina, foi o destino escolhido para compras por muitos turistas e paraenses em Belém nesta segunda-feira.
Atraídos pelas simpatias e superstições que envolvem a passagem do ano, o público foi ao mercado em busca de ervas e essências. Entre as mais procuradas, estão as que compõem os banhos de ervas – e trazem a promessa de prosperidade, sorte, saúde, amor e dinheiro para 2014.
Para o Réveillon, Belém tem como uma das principais atrações a Estação das Docas, um complexo turístico de 32 mil metros quadrados e três armazéns, que tradicionalmente recebe milhares de pessoas para shows e queima de fogos de artifícios.
festa foi confirmada no último dia 14 apesar dos estragos causados pela chuva da noite anterior. Durante o temporal, parte dos armazéns 1 e 2 da Estação foram destelhados por uma rajada de vento que atingiu a área e causou estragos em cerca de 30 metros dos telhados de cada armazém. Ninguém ficou ferido.

Divulgada lista suja do trabalho escravo

Ministério do Trabalho e Emprego divulgou hoje (30) a atualização semestral da lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo. Foram incluídos os nomes de 108 novos empregadores, bem como foram reincluídos outros dois em razão de determinação judicial. Na nova versão, foram excluídos 17 empregadores em decorrência do cumprimento dos requisitos administrativos.
cadastro possui, atualmente, 579 nomes de empregadores flagrados na prática de submeter trabalhadores a condições análogas à de escravo, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Desse total, o estado do Pará apresenta o maior número de empregadores inscritos na lista, totalizando 26,08%, seguido por Mato Grosso (com 11,23%), Goiás (com 8,46%) e Minas Gerais (com 8,12%).
Os procedimentos de inclusão e exclusão são determinados pela Portaria Interministerial MTE/SDH nº. 2/2011, a qual dispõe que a inclusão do nome do infrator no cadastro ocorrerá após decisão administrativa final relativa ao auto de infração, lavrado em decorrência de ação fiscal, em que tenha havido a identificação de trabalhadores submetidos ao “trabalho escravo”. 
Por sua vez, as exclusões derivam do monitoramento, direto ou indireto, pelo período de dois anos da data da inclusão do nome do infrator no cadastro, a fim de verificar a não reincidência na prática do “trabalho escravo”, bem como o pagamento das multas decorrentes dos autos de infração lavrados na ação fiscal.

Réveillon da Paulista espera 2 milhões de pessoas

Dois milhões de pessoas são esperadas para a festa de Ano Novo na Avenida Paulista, em São Paulo. O Réveillon terá início às 19h30 de amanhã (31) e terminará às 2h do dia 1º. Haverá apresentação de Sampa Crew, NXZero, Paulo Ricardo, Supla, Marcelo Bonfá, Fernando e Sorocaba, Baile do Simonal, Maurício Gasperini, Toquinho e a Escola de Samba Mocidade Alegre.
A chegada do Ano Novo será celebrada com show pirotécnico de 15 minutos de duração que, segundo os organizadores do evento, vai consumir cem mil fogos de artifício e seis mil bombas multicoloridas. O palco foi decorado com bandeiras de diversos países para representar alguns dos povos que fizeram e fazem a história da cidade.
melhor opção de transporte para curtir a festa da virada do ano na Paulista é o Metrô, que funcionará durante a madrugada, com algumas restrições para embarque após as 2h da manhã. A previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências é de chuva no último dia do ano na capital paulista.

Plataforma P-62 segue para o Campo de Roncador, na Bacia de Campos

A Petrobras informa que a plataforma de produção FPSO P-62, um dos projetos  estratégicos do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, está a caminho de sua locação no Módulo IV do Campo de Roncador, na Bacia de Campos, noRio de Janeiro.
A P-62 deixou nesta segunda-feira (30/12) o Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca (PE), onde foram concluídos os serviços de conversão e integração dos 15 módulos à unidade. A previsão é que a plataforma chegue ao complexo denominado Campo de Roncador, dentro de seis a oito dias, dependendo das condições de mar.
Do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo, na sigla em inglês), a unidade tem capacidade para processar diariamente até 180 mil barris de petróleo e seismilhões de metros cúbicos de gás natural dos reservatórios do pós-sal.
A P-62 será instalada a cerca de 125 km da costa, na Bacia de Campos, em águas com profundidade de 1.600 metros. Serão interligados à plataforma 14 poços produtores e oito poços injetores, por meio de 150 km de dutos flexíveis e dois manifolds submarinos (equipamentos que transferem o petróleo dos poços para a plataforma). O escoamento de petróleo se dará por navios aliviadores e o do gás natural por gasoduto até a Unidade de Tratamento de Gás de Cabiúnas, em Macaé, no Rio de Janeiro.
obra gerou cerca de 5 mil empregos diretos, 15 mil indiretos, e alcançou 63% de conteúdo nacional. A construção dos 15 módulos, a conversão do casco e a integração da unidade foram feitas no Brasil.

SP: sindicato cobra explicações para demissões na GM

Metalúrgicos da General Motors (GM) de São José dos Campos, reunidos em assembleia, cobraram nesta segunda-feira explicações da empresa para as demissões de funcionários que estão ocorrendo desde o último sábado e, segundo o sindicato da categoria, estão sendo avisadas por telegrama.
O presidente da entidade, Antônio Ferreira de Barros,informou que mais de 100 trabalhadores já apresentaram o comunicado de dispensa ao sindicato. “As pessoas foram surpreendidas no período de férias coletivas. Até o momento, a empresa não nos informou quantas pessoas está demitindo ou quantas pretende demitir. Isso demonstra falta de transparência”, disse.
Para o sindicato, não há justificativa para as demissões já que o setor recebeu incentivos fiscais do governo federal ao longo do ano. “Inclusive na última terça-feira (24), mais uma vez foi acordado com as montadoras a não retomada da cobrança (cheia) do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em troca da manutenção dos empregos, mas quatro dias depois a GM começa a demitir”, relatou. Barros faz referência ao aumento gradual da alíquota do IPI para automóveis no próximo ano, com um reajuste a partir de janeiro e outro a partir de julho.País

SP: sindicato cobra explicações para demissões na GM

Agência Brasil
Metalúrgicos da General Motors (GM) de São José dos Campos, reunidos em assembleia, cobraram nesta segunda-feira explicações da empresa para as demissões de funcionários que estão ocorrendo desde o último sábado e, segundo o sindicato da categoria, estão sendo avisadas por telegrama.
O presidente da entidade, Antônio Ferreira de Barros,informou que mais de 100 trabalhadores já apresentaram o comunicado de dispensa ao sindicato. “As pessoas foram surpreendidas no período de férias coletivas. Até o momento, a empresa não nos informou quantas pessoas está demitindo ou quantas pretende demitir. Isso demonstra falta de transparência”, disse.
Para o sindicato, não há justificativa para as demissões já que o setor recebeu incentivos fiscais do governo federal ao longo do ano. “Inclusive na última terça-feira (24), mais uma vez foi acordado com as montadoras a não retomada da cobrança (cheia) do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em troca da manutenção dos empregos, mas quatro dias depois a GM começa a demitir”, relatou. Barros faz referência ao aumento gradual da alíquota do IPI para automóveis no próximo ano, com um reajuste a partir de janeiro e outro a partir de julho.
O presidente da entidade critica ainda a política de importação da empresa que está transferindo a produção de determinados modelos de automóveis para outras localidades. “As pessoas que estão sendo demitidas são fruto dessa política. A produção desse modelo (Classic) foi retirada do Brasil e está sendo produzido na fábrica de Rosário, na Argentina”, explicou.
Para evitar as demissões, ele sugere que a empresa cumpra o acordo firmado com os trabalhadores em junho deste ano, no qual uma unidade seria criada no município para produção de um modelo popular. “Seriam investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões e poderia usar todos os trabalhadores sem que fosse necessário demitir”, propôs. Segundo o sindicato, a unidade abrigaria cerca de 2,5 mil funcionários.
Uma nova assembleia está marcada para o dia 8 de janeiro. “Vamos colocar os trabalhadores nas ruas, mobilizar a categoria para pressionar os governos”, disse o sindicalista. Ele espera que os benefícios concedidos à empresa sirvam de pressão para evitar as dispensas. Barros informou ainda que o sindicato deve acionar a Justiça para tentar suspender as demissões, assim como o Ministério Público.
A GM informou, por meio de nota da diretoria da empresa, que, conforme previsto no acordo trabalhista de janeiro de 2013, encerraria as atividades de montagem de veículos de passageiros ao fim de dezembro deste ano. A empresa destacou que desde 2008 negocia com o sindicato investimentos que permitiriam a aprovação de projetos para a fábrica, mas não obteve sucesso.
Nesse sentido, “foram usadas todas as alternativas trabalhistas, como férias coletivas, plano de demissão voluntária, lay off (contrato de trabalho suspenso) e licença remunerada, para minimizar impactos para nossos trabalhadores”, avaliam os diretores. A opção da GM foi aprovar novos projetos para outras unidades no país no valor de R$ 5,7 bilhões.Assim, no final de julho de 2012, com o encerramento da produção dos modelos Corsa, Meriva e Zafira, a continuidade das operações da fábrica de automóveis tornou-se inviável”, diz a nota. A empresa informou que o complexo de São José dos Campos continuará as atividades com sete fábricas.

2014 - astros preveem mudanças na política e avisam: as mentiras serão reveladas

Astrólogos apontam tendências. Obama passará por depressão e Argentina pode ser campeã na Copa


Momento de mudanças na política, hora da verdade na economia, EUA vulneráveis ao terrorismo e Obama em fase depressiva até agosto. Os astros apontam as tendências para 2014, ano regido por Júpiter que traz forte energia e perspectiva de crescimento. No campo do esporte, a astrologia indica vitória da Argentina na Copa do Mundo, em pleno em solo brasileiro. Será? Para os governantes, um aviso: as mudanças de 2013 continuarão, e farão ainda mais revelações, trazendo à tona o que está escondido. Os governos e seus dirigentes vão ter que se responsabilizar pelos seus erros.
A regência do planeta Júpiter traz sempre uma perspectiva de expansão e de otimismo. A conjunção de Saturno com a Lua está projetada no mapa do Brasil. Por conta disso teremos momentos de otimismo, momentos de surpresas agradáveis, inclusive na economia, mas também momentos de preocupação, nos quais a tendência será mais restrição e limitação", diz o astrólogo Maurício Bernis, presidente da AstroBrasil, consultor empresarial nas áreas de estratégia, organização e marketing e professor de astrologia.
Na Mandala, o mapa do Brasil diz que o ano começará de fato no final de março. Este mapa traz uma força ambígua de expansão de crescimento, que vai se projetar mais durante a primeira parte do ano, e uma força de contração e de restrição que irá se projetar mais no segundo semestre. De uma forma geral o ano de 2014 será um ano que podemos inovar, buscar novas soluções. Pode-se encontrar novos caminhos para os negócios e para a vida em geral, eliminando e limpando situações duvidosas, ambíguas. É hora de clareza, de limpeza, hora de dar um rumo concreto, um rumo real, baseado na realidade dos fatos, no sentido de um futuro melhor", completa Maurício.Já para a astróloga Cellys Medeiros - especializada em Astrologia Karmica, da Alma Empresarial, Numerologia Cabalística, Pitago e Notas Musicais -  Júpiter emana uma energia de forte expansão benéfica, mas também pode ser uma fonte de poder para o mal. "Por isso, devemos alinhar nosso pensamentos, sentimentos e atitudes no caminho do bem e da positividade, sermos otimistas, agirmos com generosidade e gentileza, e termos responsabilidade em tudo, principalmente em reconhecer os erros e desapegar deles. Assim, vamos despertar nossa sabedoria e nossos conhecimentos para aproveitar este ano que promete ser muito benéfico e de grandes oportunidades", avalia.
Para Cellys, as transformações de 2013 continuarão, e farão ainda mais revelações: "Tudo que estiver errado, as mentiras, o que estava ainda escondido, vai ser revelado. Os governos e seus dirigentes vão ter que se responsabilizar pelos erros. Com responsabilidade e consciência, o setor financeiro pode melhorar muito, e assim será o começo para desenvolver um mundo melhor neste setor.  O esporte e a educação terão muita expansão e novidades. Não vão faltar oportunidadespara o ser humano desenvolver novas conquistas. Lembro que é muito importante manter o controle e não ser impulsivo. Ao contrário, é preciso ser calmo, positivo, pensar no bem que carregamos dentro do nós e no bem que existe em cada ser humano. Fazer só o bem. Assim vamos dar inicio a um mundo melhor."
Maurício Bernis, Cellys Medeiros, juntamente com Alexandre Chut – astrólogo, presidente do Conselho Fiscal Central Nacional de Astrologia, doutor em Acupuntura Chinesa pela Federação Mundial de Medicina Tradicional Chinesa - fizeram previsões a pedido do JBpara temas como eleições, economia, Europa, EUA e, claro, a Copa do Mundo. Confira.
> Eleições no Brasil
Mauricio Bernis - Há uma forte inclinação para o segundo turno entre Aécio Neves e Dilma Roussseff. Os dois têm possibilidade de vitória, com um ligeiro favorecimento para Dilma pela força de Saturno. E essa força conserva o que já vem sendo feito.
Cellys Medeiros: Tanto para presidente como para governador, haverá muitas surpresas. Será um ano de grandes oportunidades para o povo brasileiro começar arrumar a casa, fazendo escolhas benéficas e com responsabilidades para um Brasil melhor. Aqueles que já vêm no caminho de um poder negativo como mentira, os que escondem os erros, serão revelados. Para os que agem no bem, este será um ano de muitas vitórias e destaque.
Luiz Fernando Pezão tem grandes possibilidades, mas vai ter de saber escolher bem suas parcerias, ter cuidado com a comunicação e não se envolver em fofocas. Lindbergh Farias tem tudo para ter o poder se conseguir mudar algumas atitudes. Do contrário, perde, pois é um ano de cortes ou de poder para ele. Anthony Garotinho está com a sorte. É um ano muito bom para ele. Pode até ganhar se for calmo, pegar leve e for responsável e verdadeiro. Já Miro Teixeira pode ter muitos problemas com família e pode ficar inseguro. Do contrário, ganha força e segurança. Marcelo Crivela também tem grandes chances de ganhar, pois está numa ótima fase.
Em São Paulo, Geraldo Alckmin está muito forte e tem tudo para ganhar, mas vai ter de manter as rédeas para não perder o controle, e saber se relacionar melhor. Já Alexandre Padilha também é forte candidato, Está numa fase muito positiva e pode ser o vencedor. Só tem que ter cuidado com amizades e estreitar parcerias.
Alexandre Chut – O atual governo do Rio atua com estratégias e mentes ultrapassadas. Esse processo não terminará no próximo mandato. O próximo governador terá ainda muitos problemas a enfrentar, porque as bases do Rio estão caindo, a exemplo da Perimetral. As mudanças no governo e o modo de pensar, com um governo com pensamentos mais à frente, começarão a acontecer somente a partir de 2020. Artistas e esportistas entrarão no governo, tomados por um excesso de indignação. 
Economia no Brasil
Maurício Bernis - No primeiro semestre, haverá momentos de facilidades na economia: ingresso de capital estrangeiro no país, maior circulação financeira e negócios caminhando de uma forma mais fácil. Isso criará uma sensação de que as coisas estão melhores, mas é preciso ter cuidado para não se iludir, pois 2014 não será de fato um ano de crescimento. Será um ano para se ter prudência, um ano no qual as coisas podem parecer melhores do que realmente são. 
No segundo semestre, haverá um efeito de contração, restrição e austeridade, e nós vamos sentir os números reais da economia, que não estarão tão bons como se esperava no primeiro semestre. Será um ano que requer um tanto de atenção, mas os que tiverem negócios concretos, negócios produtivos e negócios ligados a imóveis, poderão se dar bem ao longo deste ano. 
Resumindo: será um ano para colocar os negócios, investimentos e a vida em geral dentro das bases da realidade, dando passes firmes e concretos rumo a um futuro melhor. 
Cellys Medeiros - O Brasil terá grandes oportunidades para ter um começo de melhora na área da saúde, do trabalho e nos relacionamentos sociais. Mas nossos políticos têm que ter muito cuidado e saber dar valor e conforto ao seu povo. Não vai adiantar maquiar tudo. Tem que haver qualidade de vida, assim como um país que abre as portas para receber bem e tratar seu povo em primeiro lugar, com qualidade de vida decente.
Economia na Europa
Maurício Bernis -  A economia europeia já começa a dar sinais mais positivos, iniciando, de fato, sua recuperação. Podemos ver a Alemanha à frente, mostrando que já está em equilíbrio e crescendo. Desta forma, trazendo mais equilíbrio a todo a União Europeia. Na verdade, o ciclo astrológico desta crise teve seus início durante a Segunda Guerra e, por isso mesmo, vemos hoje a Alemanha e a França sendo os pivôs da recuperação econômica da Europa. De fato, a recuperação econômica terá seu êxito em 2015, quando os ciclos astrológicos se modificam.
Alexandre Chut - A sobrevivência do euro dependerá muito de decisões tomadas em maio de 2014. Atentados e crises em países não afetarão em nada o euro. Após esse período, 2016 deverá ser promissor.
>> EUA e Obama 
Mauricio Bernis- Do ponto de vista da economia, os sinais de melhoria já se fazem presentes, mas ainda não será o momento de grande otimismo. O presidente Obama estará em evidência e com boa popularidade, mostrando austeridade em seus atos. Contudo, o mapa astrológico para 2014 - para os EUA - apresenta pontos críticos fortes, com possíveis conflitos bélicos ou problemas de ataques terroristas. É um ano com força bélica, ou riscos de acidentes escala grande.
Cellys Medeiros - Até o mês do aniversário de Obama (4/8), ele vai buscar novos conhecimentos para ganhar mais poder. Vai fazer muitos contatos com países que possam lhe dar ganhos em suas ambições. Depois, pode ganhar muita expressão social e financeira. Mas vale lembra que ele deve ser positivo, e que Obama está passando por uma fase muito depressiva até agosto de 2014.
Alexandre Chut - Em 2014, os EUA estarão num processo interno de mudanças. Haverá transformações no setor administrativo e na economia. Haverá tensões e mais investimentos. Isso tudo a partir de abril de 2014. O EUA sofrerão com terrorismo ou acidentes internos.
>> Copa do Mundo 
Maurício Bernis - Vencerá um time tradicional: Itália, Argentina, Alemanha ou Brasil. Um time que já venceu, um time que está sempre à frente nas pesquisas. Segundo as análises, a Argentina está mais à frente e poderá ser a campeã. 
Cellys Medeiros - Tendo respeito e responsabilidade com seu povo, o Brasil pode ganhar mais credibilidade nas relações com os outros países. Se não, ficará envergonhado, o que vai ser uma pena. Mas vamos confiar no bem!
Alexandre Chut - A Argentina está passando pelo mesmo processo de quando ganhou a Copa do Mundo com Maradona. Messi está muito bem. A seleção é forte candidata ao título.
Brasil poderá ter problemas com desconcentração na preparação para Copa. Conflitos poderão fazer a seleção se perder no meio da competição. O Brasil não pode abrir portas para a “oba, oba”. Neymar estará em boa fase. Uma seleção já campeã ganhará novamente. Nada de surpresas quanto ao campeão. A Alemanha figura com uma seleção forte ao título.

Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele's name finally fits on ID



HONOLULU (AP) — A Hawaii woman whose last name is 36 characters long has finally gotten the whole thing to fit on her driver's license and state identification card.
Janice "Lokelani" has a surname that consists of 35 letters plus an okina, a mark used in the Hawaiian alphabet. She received her new license and ID after her campaign to get her full name on the cards prompted the state Department of Transportation to change its policy to expand the number of characters that can appear.
Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele, 54, said Monday that she's happy she was able to help fix the problem of identification cards lacking sufficient space for long names.
"Now, in the state of Hawaii, we are no longer second class citizens because of the length of our name," she said.
Hawaii driver's licenses and ID cards previously had room for names totaling up to 35 characters. The new policy allows 40 characters for last names, 40 for first names and 35 for middle names.

Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele got the name when she married her Hawaiian husband in 1992.
He used only the one name, which his grandfather gave him after it came to him in a dream.
Under the old policy, Hawaii County issued Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele her driver's license and state ID with the last letter of her name chopped off. And it omitted her first name.
She told news media about the issue earlier this year after a policeman gave her a hard time about her driver's license during a traffic stop.
Last month, the state Department of Transportation announced it expanded the character limits.
Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele is now hoping to get the Social Security Administration to allow more characters on its identification cards.
The agency's cards have two lines for names. The first line has 26 spaces for first and middle names while the second line has 26 spaces for a last name and suffix.

maquiladoras

NAFTA 20 years later: Success or failure?

MEXICO CITY (AP) — Looking around a Mexico dotted by Starbucks, Wal-Mart and Krispy Kreme outlets, it's hard to remember the country before the North American Free Trade Agreement, which has dramatically expanded consumer choice and trade since it took effect 20 years ago Jan. 1.
While it changed the country in some fundamentally ways, the treaty never met many of its sweeping promises to close Mexico's wage gap with the United States, boost job growth, fight poverty and protect the environment. Mexico's weak unions and competition from Asia and Central America kept wages down; the tightening of security along the U.S. border closed off Mexico's immigration "escape valve," and environmental provisions in the agreement proved less powerful than those protecting investors.
Mexico took advantage of the accord with the United States and Canada in some areas. The auto, electronics and agriculture sectors grew, and foreign banks moved in, increasing access to credit, but a majority of Mexicans saw little benefit in income. While there is undoubtedly a larger middle class today, Mexico is the only major Latin American country where poverty also has grown in recent years.
According the Economic Commission for Latin America, poverty fell from 48.4% in 1990 to 27.9% in 2013 for all of Latin America. In Mexico, where it stood at 52.4% in 1994, the poverty rate dropped to as low as 42.7% in 2006; but by 2012, it had risen again to 51.3%.
"About 30 or 40% of what they promised (in the trade pact) never came through," said Rodolfo Hurtado Corona, 65, a chauffeur waiting for his boss on a Mexico City street. Still, motioning to the gleaming sport utility vehicle he drives for his boss, he noted that "before, there were only a couple of brands, now you can choose among many."
Economist Alfredo Coutino, director for Latin America at Moody's Analytics, says "the benefits arrived, but perhaps not of the magnitude that had been hoped for." He notes that "if this agreement had not been signed, Mexico would have been in a much worse situation than it has been over the last 20 years."
Before NAFTA, Mexico was a closed, state-dominated economy reeling from debt and the underlying problems of Mexican farms — low productivity on small plots. That had set up a perfect storm of mass unemployment.
The trade accord, globalization and foreign investment did help create jobs, albeit low-paid ones.At supermarkets, shoppers are now familiar with everything from cranberries to chai and lemons (as opposed to the Mexican lime) that few had tasted before the treaty tore down trade barriers and tariffs between Mexico, Canada and the United States.
Consumer goods and clothing that were trendy among Mexico's wealthy are now available to everyone, with more products and choice, especially among electronics appliances and cars.
Coutino recalls that "before, in Mexico, it was a question of social status to have a pair of imported sneakers, they were very expensive ... now the majority of Mexicans can have these things that were once considered luxuries."
Mexicans remain ambivalent: A recent Universal newspaper/Buendia-Laredo poll showed that while about half would approve the trade pact if it was proposed again today, about 34% would reject it. The rest had no opinion. The margin of error was 3.5%.
There is no turning back. The three North American countries are pushing to become even more economically integrated. With Mexico's newly passed energy reform allowing private investment in the county's oil sector, they aim to make the continent energy independent as well.
NAFTA is almost forgotten in the latest controversial free-trade effort, the Trans-Pacific Partnership, a negotiation among 12 countries, including NAFTA's three, to open trade between Asia and the Americas.Opposition to the TPP is reminiscent of the dire predictions when NAFTA was being negotiated in the early 1990s.
At the time, NAFTA opponents predicted millions of U.S. jobs would move south, and labor and farm groups forecast a mass exodus from the Mexican countryside. But as a 2010 Congressional Research Service report said, "Most studies after NAFTA have found that the effects on the Mexican economy tended to be modest at most."

On the plus side, trade between the three countries vastly increased, to about 3.5 times the 1994 levels, though U.S. trade with China and other Asian nations has grown even faster in the last two decades. More foreign automakers have set up plants in Mexico, which now produces about 3 million vehicles per year. Mexico has increased auto-sector jobs by around 50% since 1994.
But Mexico's auto jobs are notoriously low-paying, and little progress has been made in closing the wage gap with the U.S. Average manufacturing industry wages in Mexico were about 15% of U.S. wages in 1997. By 2012 that figure had risen only to 18%. In some sectors, China's wages have actually outstripped Mexico's.
Nor has NAFTA kept all promises made on environmental front.
The North American Development Bank, part of the side agreements to the accord, has spent over $1.33 billion to finance border projects for drinking water, waste water and sewage treatment. But untreated sewage continues to flow and air quality remains low in many border communities.
U.S. exports of spent lead-acid car batteries to Mexico spiked 500% between 2004 and 2011. Authorities are only now beginning to consider certification requirements for companies that export batteries for processing to recover the lead.
NAFTA has done a very good job of protecting foreign investors, however. The trade pact set up binding arbitration panels, where investors can bypass the courts with complaints that government regulation unfairly affects their businesses.The complaints are often against natural resource management or environmental rules.
Mexico and Canada have paid out about $350 million in damages to foreign investors, while the United States hasn't paid any.
"The (arbitration) process is not like the domestic court system, it's not fair and open," said Scott Sinclair of the Canadian Centre for Policy Alternatives.
The U.S. government is pushing to include the same system in the TPP. And agricultural openings, as in NAFTA, are proving controversial; in developing countries, farms are culturally sensitive, big employers and often are the first to suffer in trade pacts.
"They have left us at a disadvantage," said Josefina Rosas, a corn farmer who is trying to introduce better farming techniques to lower the use of costly fertilizers and store-bought hybrid seeds in the Pacific coast town of Azoyu, Guerrero. Still, with all her efforts small farmers often don't make back the costs of planting. "We don't have the conditions to compete," Rosas says.
China

Chinese doctor admits selling patients' newborns

BEIJING (AP) — A Chinese doctor has admitted in court that she stole babies from the hospital where she worked and sold them to human traffickers, state media and a court said.
Zhang Shuxia, a locally respected and soon-to-retire obstetrician, stood trial on Monday in northern Shaanxi province's Fuping county, according to online postings from the court.
Zhang told parents their newborns had congenital problems and persuaded them to "sign and give the babies up," the court postings said. Calls to the Weinan Intermediate People's Court and the local Communist Party propaganda department went unanswered.
The case exposed the operations of a baby trafficking ring that operated across several provinces centering on Zhang, who delivered babies at the Fuping County Maternal and Child Hospital.
Child trafficking is a big problem in China, despite severe legal punishments that include the death penalty. Families who buy trafficked children are driven partly by the traditional preference for male heirs, a strict one-child policy and ignorance of the law.
The indictment said that from November 2011 to July 2013, she sold seven babies to middlemen who sold the babies to "couples" in central and eastern China. Six of the babies were rescued, but one that was trafficked for $165 in April later died.
Zhang was found out when a mother suspected her baby had been abducted and reported her to police in July. The official Xinhua News Agency reported that Zhang had taken the baby home with her and sold him to a man in a neighboring province for $3,600 the same night. He in turn resold the baby to a villager in central China for $9,900. Several other suspects have been detained in at least four provinces, Xinhua said.
The case has added to public frustration with China's medical profession over rampant bribery and other abuses.
The Beijing Times newspaper called for a "fair punishment" for Zhang to deter other doctors. "It will inject the authoritativeness of law into professional ethics of doctors and will warn doctors not to take the wrong step that brings them lifelong regret," the paper said.

5 things to know New Year's Eve edition

The world rings in 2014
Nineteen hours before the ball drops in New York City's Times Square, the Republic of Kiribati will welcome 2014. That's 5 a.m. on New York's clock. New Zealand, Russia, Australia and Japan join the snowball effect as the year turns across the globe. USA TODAY follows the action with live video and Twitter feeds at usatoday.com and on our tablet apps.
Scrap the Champagne for champagne to save a few bucks
If you toast the new year with some bubbly, known your vocabulary. "Champagne" (with a capital C) is reserved for the sparkling wine produced in the Champagne region of France. Watching your budget? Try prosecco, which is sparking wine produced in Italy, or crémant, a champagne-like wine produced in France. Just don't be too cheap, warns David Speer, one of Food and Wine Magazine's Top 10 Sommeliers of the Year. A bad hangover usually accompanies drinking the cheap stuff because the winemaker will add a lot of sugar to make it more drinkable, he says.
Share your New Year's resolutions
If you could, what resolutions would you make for prominent figures? Politicians? Celebs? Athletes? Now's your chance to let USA TODAY know by uploading your photo or video to Your Take on our website or mobile app.
Resolutions we'd like to see
There are many resolutions the Editorial Board at USA TODAY would like to see from people who made news in 2013. For example, wouldn't it be nice to see President Obama resolve to, "be more careful about promises that involve the words 'like' and 'keep?'" Or how about the National Security Agency resolving to, "spy on enemies, not friends," in 2014? Maybe former NBA star Dennis Rodman will resolve to to find some new friends (preferably ones not prone to executing their uncles and brutally repressing millions of people).
At this New Year's Eve party, 'you shut up'
New Yorkers not too far away from Times Square will pass the waning hours of 2013without saying a word. It's a 25-year tradition at Jivamukti Yoga, which invites those who would like to spend New Year's Eve reflecting, meditating or doing a headstand. All in silence.

New York City’s Office for Immigrants Has Become a Global Model

In an effort to improve its approach to immigrants, the City of Amsterdam sent a representative to New York City this year to do some field work. She landed in Mayor Michael R. Bloomberg’s Office ofOfficials from Philadelphia, with questions about diversity and integration on their minds, also reached out to New York City. They, too, wanted to refine their approach to their city’s fast-growing foreign-born population. New York’s commissioner of immigrant affairs, Fatima Shama, met with several top officials in Philadelphia, briefing them on her office’s work. In March, Philadelphia’s mayor opened his own Office of Immigrant and Multicultural Affairs.
“Looking at the work that New York has done has become very important in figuring out how deeply we can get into really affecting the lives of immigrants, refugees and other underrepresented groups,” said Jennifer I. Rodriguez, executive director of the Philadelphia office.In the past few years, New York’s Office of Immigrant Affairs has become a prime resource — even a model — for cities around the world seeking to better accommodate and serve their increasingly diverse populations. Ms. Shama and her staff have provided direct assistance to more than 20 cities in the United States and abroad — including Baltimore, Boston, Chicago and Los Angeles as well as Florence and Turin in Italy — and at least 10 eventually set up their own immigrant affairs offices.
“These are folks who said, ‘We have changing demographics in our respective cities and we need to get ahead of it, and if anyone can show us how to do it, it’s New York,’ ” Ms. Shama said.
As efforts by the Obama administration to pass comprehensive immigration reform have faltered, states and municipalities have sought to deal with immigration-related challenges on their own. Some governments have toughened local enforcement measures against people in the country illegally, while others have opened the door wider to their foreign-born residents, providing more support and access to public services.
During a succession of mayoral administrations, New York City has established itself as one of the most immigrant-friendly places in the nation.From the start of his tenure, Mr. Bloomberg proclaimed his support for immigrants, frequently extolling their contributions to the city and making it clear that regardless of immigration status, they were welcome. Among his signature immigration initiatives were executive orders that allowed all immigrants to access city services and report crimes without fear of being questioned about their status.
Ms. Shama, who was born and raised in the Bronx, was appointed in 2009. Her approach to the job, she said, was informed by her experiences growing up as the daughter of a Palestinian immigrant father and a Brazilian immigrant mother. She remembers how some people mistreated her parents because of the way they spoke and dressed.
“I decided to go on this path working for people who look a lot like me,” she said. In the New Yorkers she helped, she added, “I literally could see my family all over again.” (Ms. Shama plans to remain in her job to assist with the transition to the new mayoral administration. Mayor-elect Bill de Blasio has not yet announced her successor.)
The office’s mandate is to serve as a bridge — “the connective tissue,” Ms. Shama called it — between the immigrant population and city government, providing policy analysis and recommendations to the mayor as well as improving immigrants’ access to city services.
Over the past several years, the office has begun and supported a range of initiatives meant to empower immigrant communities. They include educational campaigns to combat immigration fraud and improve health care access, coordinating city agencies in providing assistance to young immigrants applying for a federal deportation deferral program, encouraging immigrants to participate in English-language programs and become more involved in their children’s schools, improving financial literacy and college readiness, supporting immigrant businesses and training new leaders in immigrant neighborhoods.Some immigrants’ advocates said the office could have been more effective had it been given a bigger budget, a larger staff and control over more programs.
Chung-Wha Hong, who recently stepped down as the executive director of the New York Immigration Coalition, said the mayoral transition provided an opportunity to sharpen the mandate and objectives of the office.
“The nature of immigrant issues are so broad,” she said, “that I think it’s very important to set a clear set of priorities, picking a few policy areas and setting concrete goals against which you can measure achievements.”
Other immigrant leaders said Ms. Shama’s office did not champion their causes as ardently as they would have liked.
While commending Ms. Shama and the mayor for their support of an Islamic community center planned for Lower Manhattan, Muslim leaders said the administration mishandled two other key issues: an effort to add Muslim holidays to the public school calendar, which Mr. Bloomberg blocked; and the Police Department’s surveillance of mosques and Muslim community groups in the city and elsewhere.
Ms. Shama adopted a highly diplomatic posture on these issues, carefully acknowledging the community’s concerns while also supporting Mr. Bloomberg and the administration.
“On two very important issues, we were very definitely left out in the cold,” said Linda Sarsour, executive director of the Arab American Association of New York.
But others said Ms. Shama did some of her most effective work behind the scenes, advising and cajoling her colleagues and sensitizing them to the needs of the city’s foreign-born population.Whatever the impact of the office on the city’s immigrants, one of the most enduring legacies of her tenure may well be its influence elsewhere.
Ms. Shama’s team in April published a set of documents known as Blueprints for Immigrant Integration. They lay out her office’s strategy for connecting with and serving the city’s immigrant population.
More than 50 cities around the world, she said, are now using the blueprints to guide their work.

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