Saturday, November 30, 2013


Árvore da Lagoa é inaugurada com 3 milhões de microlâmpadas no Rio

Evento na noite de sábado (30) teve espetáculo natalino e queima de fogos.
Daniel Boaventura e Simone estrelaram musical inspirado em clássicos.

O início de final de semana nublado, com chuva em alguns pontos do Rio de Janeiro, não afastou a animação de visitantes que acompanharam a inauguração da Árvore da Lagoa, neste sábado (30). Centenas de pessoas foram ao Parque do Cantagalo para acompanhar os espetáculos "Um conto de natal", de Charles Dickens, e "O Expresso Polar", de Chris Van Allsburg, com as vozes do ator e cantor Daniel Boaventura e de Simone. Ao fim das apresentações o símbolo natalino foi, enfim, iluminado oficialmente por volta de 21h10.Em 2013,  com 85 metros de altura, o equivalente a 28 andares, a árvore de Natal pesa 542 toneladas. Para iluminá-la, foram instaladas 3,1 milhões de microlâmpadas, 120 mil metros de mangueiras luminosas e cem refletores de led. Cinco geradores compactos, com a capacidade para iluminar 120 estátuas do Cristo Redentor, alimentarão a estrutura.


After years on the sidelines, New York's liberals retaking control

With Bill de Blasio taking office as mayor in January, New York City appears poised for a resurgence of liberal policies.
After 20 years of Republican leadership, not only will America's largest city have the most liberal mayor in a generation, helping him implement change will be a progressive-leaning City Council and a longtime liberal ally in the new public advocate.
The city was governed for the last 12 years by Michael Bloomberg, a political independent who was first elected as a Republican, and for eight years before that by Republican Rudolph Giuliani.
To observers as well as Democratic legislators, the last election marked a major change in New York City politics, with a new breed of highly liberal politicians ready to enact a series of progressive policies that would have been dead on arrival under Bloomberg or his predecessor Giuliani.It's seen as an opportunity by progressives to do something different," said Douglas Muzzio, an expert on New York City politics and a professor at Baruch College at the City University of New York. "People projected their frustration, their anxiety, their expectations, their dreams on Bill. In that sense it wasn't dissimilar from the 2008 election of Obama. Now he's got to deliver."
Pledging to address the gap between the rich and poor that grew wider as the city prospered while those at the bottom of the economic ladder struggled to pay for basic services such as housing and mass transit, de Blasio won a resounding victory in November with more than 70 percent of the vote.
Over the last decade, apartment rents in New York City increased about 44 percent and the cost of a monthly subway card rose by 60 percent.
De Blasio has vowed to set a new tone at City Hall, and his agenda includes reforming police tactics, offering universal access to early childhood education, expanding the city's paid sick leave rules and improving the living standard for the 46 percent of New Yorkers at or below the poverty line.
I would definitely define this as a movement," said progressive Democrat Laurie Cumbo of Brooklyn, who was elected to the City Council in November. "This idea that somebody has to be on the bottom so somebody can be on the top, which is somewhat of a global businessmodel, doesn't have to be that way."
PLAYING IT DIFFERENTLY
The shift in tone in city government is already apparent.
Earlier this month, the City Council took the rare step of rejecting a rezoning of Manhattan's East Side, delivering a blow to Bloomberg and developers who had forcefully backed the plan.
Then, the city's mass-transit agency announced it was cutting its planned fare increases for 2015 and 2017 by nearly half. The agency cited an improved fiscal outlook, but Gene Russianoff, a lawyer and the spokesman for the New York Public Interest Research Group's Straphangers Campaign, said he saw the move as reflecting a changed political climate."They realized in the current political atmosphere it's unsustainable to raise the fare a lot every year," Russianoff said. "Bloomberg's attitude was, 'Everything goes up.' I think de Blasio will play it differently."
One early test for left-leaning politicians will be the race for the next City Council Speaker. Progressive members of the council, who saw their numbers double from 10 to 20 in November, have formed a Progressive Caucus and vowed to vote as a block for the next speaker.
"The mayor-elect has been very clear about his top priorities and they all line up very well with the goals of progressives in the Council," said Councilman Brad Lander, a co-chairman of the Progressive Caucus.
On many issues, the liberals will find an ally in the city's next Public Advocate, former councilwoman Letitia James. While James and de Blasio endorsed one another for the respective posts during the campaign, the new public advocate has pledged to keep rigorous checks and balances on the mayor.
James, a champion of minority and women's rights, vocally opposed big development in her section of Brooklyn during her 10 years in the City Council, including the Atlantic Yards development and the recently opened Barclays Center, home to the Brooklyn Nets professional basketball team.As liberals prepare their political wish lists, the city's Republicans, outnumbered six-to-one by Democrats, are wary.
"We've had 20 years of success under Republican mayors," said Manhattan Republican Party Chairman Dan Isaacs. "Improved safety, crime is down, business and real estate is thriving. But in some ways we were victims of our success. It's hard to impart to people that the gains we've made could be lost very quickly."
Muzzio said the challenge now is maintaining the progress logged under Bloomberg while making the city more inclusive.
"Bill isn't a bomb-thrower," he said. "There's going to be a lot of continuity with Bloomberg. There has to be."

EUA vão destruir no mar as armas químicas mais perigosas da Síria

Os Estados Unidos vão destruir a parte mais perigosa do arsenal de armas químicas da Síria em um de seus navios que estão em alto-mar, anunciou hoje (30) a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq).
“As operações de neutralização serão conduzidas em um navio norte-americano no mar, usando a hidrólise [reaçãoquímica de decomposição pela água] ”, disse a organização em comunicado.
A Opaq, com sede em Haia, na Holanda, diz que as forças norte-americanas estão adaptando um navio para suportar esse tipo de operação e cumprir os requisitos impostos pela própria organição.A operação tem como objetivo destruir as “armas químicas prioritárias”, as mais perigosas de todo o arsenal à disposição das Forças Armadas do regime de Bashar Al Assad, e que têm de ser retiradas do país até o fim do ano, após a assinatura de tratado internacional com Damasco para evitar uma intervenção militar externa no país.
Um plano final para a destruição das armas químicas da Síria deve ser aprovado até 17 de dezembro.

Novo grupo de 2 117 cubanos começa a chegar aos Estados onde atuará

Mais de 70% dos profissionais serão distribuídos em cidades do Norte e Nordeste do paísA partir deste sábado, 2 117 cubanos começam a chegar às capitais dos Estados onde atuarão pelo programa Mais Médicos. Mais de 70% deles serão distribuídos em cidades do Norte e do Nordeste do país. Ao todo, 1 250 municípios receberão essa nova leva de profissionais.

Segundo informações do Ministério da Saúde, os médicos passarão por uma semana de acolhimento nas capitais para conhecer a estrutura de saúde e as doenças mais frequentes da região, antes de seguirem aos municípios e distritos indígenas. A partir do dia 9 de dezembro, eles se juntam aos 3 678 profissionais do Mais Médicos que já estão atendendo a população nas unidades básicas de saúde, totalizando 5 796 médicos em 2 025 cidades. Outros 700 cubanos devem concluir o curso de avaliação na próxima quarta-feira. Até o fim do ano, haverá mais de 6 600 profissionais do programa em atividade. "Em dezembro, vamos garantir que todos os municípios prioritários que solicitaram médicos do programa tenham pelo menos um profissional atendendo", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que acompanhou o embarque de parte dos médicos neste sábado, em Brasília.
Avaliação – O governo informou que, dos 2 300 profissionais que fizeram a avaliação na última sexta-feira, 2 117 foram aprovados, 19 reprovados e 156 ficaram em recuperação e passarão por mais duas semanas de avaliação antes de se deslocar para os municípios. Além desses, dois médicos apresentaram problemas de saúde e voltaram para Cuba e seis ainda aguardam validação de seus documentos para seguir para os estados. 
Na última quinta-feira, foram abertas as inscrições para a terceira etapa do programa. 

Tenho vergonha do meu país', diz filha de Genoino após decisão de junta médica


Uma das filhas do deputado federal José Genoino, a professora Miruna Genoino criticou nesta quarta-feira o parecer da junta médica determinada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, sobre a situação de saúde de seu pai. Em nota, a filha do parlamentar afirmou que sente vergonha do Brasil, “que deixa que se condene uma pessoa à pena de morte enquanto seu único erro foi não ter medo de lutar pelos demais”. 
Ontem, a junta médica determinada por Barbosa concluiu que a situação de Genoino não é grave e que sua permanência no regime domiciliar ou hospitalar não é imprescindível para a continuação do tratamento de saúde a que vem sendo submetido desde que foi preso. O laudo servirá de base para Barbosa decidir se mantém a concessão ou se envia Genoino novamente para o Complexo Penitenciário da Papuda.Finalmente o Joaquim Barbosa tem o que queria, um laudo médico, feito com meu pai já alimentado corretamente e medicado, e ao lado da família, dizendo que não, ele não tem nada grave. Ele quase morreu em julho, venceu os 10% de chances de sobreviver, teve uma dor que só o fazia pensar em morrer com tal de que ela se fosse e não, ele não tem nada grave. Meu pai teve vários episódios de pressão alta na prisão, comeu lixo e voltou com o sangue quase se esvaindo em uma hemorragia; mas sim, na prisão é possível que seja bem cuidado”, afirmou Miruna. 
A filha de Genoino questionou ainda se os médicos responsáveis pelo laudo estiveram na penitenciária da Papuda, onde Genoino ficou preso antes de se sentir mal e ser hospitalizado. “Com que autoridade os senhores sentem-se no direito de dizer que meu pai pode voltar para lá? Viram as condições oferecidas? Comeram a comida de lá? Foram ao banheiro de lá? Viram o ambulatório? Equipamentos de lá?”, questionou.
"No entanto, apesar de ser difícil, eu acredito que a justiça, não a dos homens, não falha jamais, e que vocês um dia sentirão na pele o que é agir com falta de humanidade e sem um mínimo de vergonha na cara", concluiu.Laudo aponta que caso de Genoino não é grave
O ex-presidente do PT foi submetido ainda a outros quatro exames, como eletrocardiograma, ecodopplercardiograma e angiotomografia nas artérias e na aorta. Em julho, Genoino foi submetido a uma cirurgia para contornar uma dissecção da aorta - a artéria estava abrindo em camadas, o que provocava hemorragias - e foi implantada uma prótese de 15 centímetros para evitar que ela se rompesse. Os resultados apontam que a cirurgia foi bem sucedida em controlar os problemas cardíacos pelo qual o petista passava.
Os médicos afirmam ainda que a recente crise pela qual passou Genoino é fruto de um quadro psicossomático. Em outras palavras, o petista teria passado mal pelo estresse emocional ao qual teria sido submetido desde sua prisão. 
O laudo aponta também que Genoino tomou doses erradas dos remédios, que contribuíram para a alteração da pressão arterial verificada antes de sua internação no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, na última quinta-feira, e para o caso relatado de que o petista estaria cuspindo sangue. "O distúrbio da coagulação, manifestado por episódios de escarros ferruginosos e sangramento nasal, deveu-se ao inadequado controle da dose do medicamento, que uma vez ajustada fez desaparecer aquelas manifestações", aponta a junta médica.Em todas as análises feitas pelos médicos, não foi detectada "significativa limitação física, pelo que não se justifica atualmente a instituição de um tratamento específico". Os médicos vão além e afirmam que "não é imprescindível a permanência domiciliar fixa do paciente

 Dilma amplia vantagem na corrida eleitoral

Presidente aumentou cinco pontos percentuais em relação a seus principais adversários

 A presidente Dilma Rousseff está prestes a receber uma ótima notícia, neste sábado. Pesquisa Datafolha, que estará amanhã na edição da Folha de S. Paulo e hoje ainda no portal Uol, revelará que ela abriu mais cinco pontos de vantagem em relação a seus principais adversários na corrida presidencial, o tucano Aécio Neves e o socialista Eduardo Campos.
Na pesquisa anterior, divulgada no dia 12 de outubro pelo Datafolha, Dilma tinha 42%, contra 21% de Aécio Neves e 15% de Eduardo Campos. Ela já vencia no primeiro turno, mas por uma margem não tão confortável.
O que se sabe, neste momento, em relação ao levantamento que será divulgado hoje, é que ela cresceu, tirando votos tanto de Aécio como de Campos.
Sabe-se ainda que, nas simulações do Datafolha com outros candidatos, como Marina Silva e José Serra, o quadro não se altera. Dilma também os venceria em primeiro turno.
Para Dilma, essa nova vantagem chega num momento importante, em que ela amarra com o PMDB as alianças regionais e os palanques em todos os estados – neste sábado, ela se reuniu com o ex-presidente Lula, com o vice Michel Temer e com o presidente do PT, Rui Falcão, para definir esses acordos. 


Baratas e banho frio: a vida das mensaleiras na prisão

Ex-banqueira e ex-secretária de Marcos Valério ficarão em presídio comum de Brasília. Diretora de unidade diz que não haverá privilégios

As duas mulheres presas até agora no julgamento do mensalão serão removidas nos próximos dias para o presídio feminino da Colmeia, a 40 quilômetros do centro de Brasília. Para Kátia Rabello, ex-presidente do Banco Rural, e Simone Vasconcellos, ex-secretária de Marcos Valério, será o início definitivo da vida como detentas e de uma mudança radical: há três semanas, elas viviam em confortáveis apartamentos nos melhores bairros de Belo Horizonte (MG).

Até agora, a dupla estava alocada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. A unidade fica na entrada do Complexo Penitenciário da Papuda, mas não parece um presídio: as cercas que ladeiam a área são simples, civis e militares transitam pelo pátio, não há muros e, durante o banho de sol diário, as mensaleiras conseguiam avistar a rua. Mas o privilégio vai acabar por ordem da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que ordenou a transferência das duas para a Colmeia, longe do centro de Brasília. E não há o que fazer para evitar a cadeia porque o caso de Kátia e Simone é mais grave do que o de José Dirceu e José Genoino: independentemente do julgamento dos embargos infringentes pelo Supremo Tribunal Federal (STF), as duas já estão condenadas a iniciar o cumprimento de pena em regime fechado.

A ex-banqueira tem uma pena de 16 anos e 8 meses de prisão a cumprir. Simone foi sentenciada a 12 anos e 7 meses. Ambas terão pela frente uma habitação muito diversa à que estavam habituadas: Kátia vivia em um amplo apartamento no bairro do Sion, um dos mais valorizados de Belo Horizonte. Simone declarou morar em um prédio de luxo no bairro de Lourdes, também de elite. O imóvel de Simone tem cerca de 190 metros quadrados e vale 1,5 milhão de reais.Na Colmeia, a dupla de mensaleiros terá de se habituar a situações-limite. Além da água fria para o banho e da umidade das celas, o presídio tem uma particularidade nada agradável: é indispensável a tolerância com as baratas que infestam o prédio e incomodam especialmente as detentas que dormem com colchão sobre o piso, por falta de espaço nas camas. Sabonete, xampu e absorvente íntimo precisam ser providenciados pelas próprias detentas – apenas o papel higiênico é fornecido regularmente pela direção do presídio. A comida é frequentemente alvo de críticas.
O prédio onde funciona a penitenciária feminina foi não foi construído para funcionar como uma cadeia, o que dificulta a organização das detentas. O local era uma unidade de internação de menores infratores antes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além disso, presos homens em situação psiquiátrica instável também ficam abrigados em uma ala da Colmeia.

Crimes – A maioria das detentas da unidade foi presa por tráfico de drogas. Apesar de o presídio funcionar com cerca de 20% de superlotação, a ala das condenadas ao regime fechado – onde ficarão Kátia e Simone – está praticamente livre do problema. "Em princípio elas vão ficar sozinhas numa cela até a gente perceber a situação da massa carcerária", explica a diretora do presídio, Deuselita Martins. Mas, logo no primeiro dia, as mensaleiras participarão do banho de sol ao lado das outras detentas. Será um teste.

Passado o período de adaptação, Kátia e Simone precisarão dividir uma cela de nove metros quadrados com pelo menos outras dez mulheres. O banheiro de cada cela tem um metro quadrado, um vaso sanitário e um cano que verte apenas água fria e funciona como chuveiro. Deuselita admite que as baratas são um problema, mas afirma que a situação melhorou após duas dedetizações. O excesso de pombos, agora, é o que preocupa a direção da unidade.

Se quiserem trabalhar para reduzir a pena, as mensaleiras poderão, por exemplo, ajudar na limpeza das alas ou se dedicar à costura. Quando ingressarem na unidade, Kátia e Simone terão de usar apenas roupas brancas ou de cor azul clara. Itens de marca estão proibidos, para evitar a cobiça das demais presidiárias. "Aqui, elas serão tratadas exatamente como as outras presas", afirma a diretora da Colmeia.Direitos – Apesar do rigor da prisão, as detentas têm direito a algumas pequenas regalias. Tendo bom comportamento, as presas podem dispor de uma televisão na cela. Elas  também têm direito a receber, de familiares, 125 reais por mês para gastar em uma pequena venda que funciona dentro do presídio. Lá, podem comprar produtos de alimentação e de higiene.

Apesar dos problemas, o presídio da Colmeia é considerado acima da média nacional. Há salas de aula, horta, sala de costura e outros espaços que permitem a interação entre as presidiárias. Kátia, conformada, até pensa em dar aulas de inglês para as outras presas. Por isso, é possível que as duas condenadas desistam de obter a transferência para Minas Gerais, como pediram à Justiça. Outro fator conta: as cadeias do Distrito Federal são administradas pelo petista Agnelo Queiroz, figura próxima ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além de ser filiado ao PT – o que não é o caso do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia –, Agnelo se esforça para demonstrar que, no fim das contas, o sistema carcerário do Distrito Federal não padece dos problemas do resto do país.

Como ocorrem as curas espontâneas?

Uma pessoa pode se curar de uma doença sem remédios, tratamentos ou cirurgia?

Sem remédios, cirurgias ou tratamentos, e em alguns casos inclusive sem explicação. Assim doenças são aliviadas, melhoram alguns de seus sintomas ou lesões, são curadas ou simplesmente desaparecem de forma natural, abrindo novos caminhos de investigação para a medicina e dando esperança para os pacientes.
Embora tenham sido relatados casos de câncer de pele e de rim que sumiram e de neuroblastoma, um tumor infantil pouco usual, que desapareceram sem ser tratados, a maioria dos casos de câncer que desaparecem sozinhos, no que se conhece como cura espontânea, é considerada "uma raridade clínica", segundo matéria publicada no jornal The New York Times.
O jornal americano repercutiu um estudo realizado na Noruega e publicado em “The Archives of Internal Medicine”, que sugere que inclusive o câncer de mama invasivo, em algumas ocasiões, poderia desaparecer sem tratamento e em uma quantidade significativa de pacientes.
Neste estudo, comandado pelos médicos H. Gilbert Welch, Per-Henrik Zahl e Jan Maehlen, foram comparados dois grupos de mulheres de entre 50 e 64 anos de idade, em dois períodos de seis anos consecutivos cada um. Em um dos grupos havia 109.784 mulheres, que foram estudadas entre 1992 e 1997 e as quais fizeram uma só mamografia; no outro havia 119.472, que foram analisadas entre 1996 e 2001, e que fizeram uma mamografia a cada dois anos.Tumores em retrocesso
Segundo os pesquisadores, o resultado esperado era que em ambos os grupos se tivessem detectado quantidades similares de cânceres de mama, seja no final ou durante os períodos de estudo. Mas ficou comprovado que no grupo que fez mamografia regularmente 1909 mulheres tinham sido diagnosticadas com câncer de mama invasivo em seis anos, e no grupo submetido a uma só mamografia houve 1564 mulheres com o mesmo diagnóstico no mesmo lapso de tempo.
Embora haja outras explicações para este fenômeno, para o médico Welch, da Escola de Medicina Geisel em Dartmouth (EUA), a explicação mais provável é que "algumas mulheres têm um tumor em um momento de sua vida e depois não o têm", ou seja, que seus tumores desapareceram.
Embora alguns especialistas rejeitem ou desprezem a ideia de uma cura espontânea, outros profissionais como o médico Robert M. Kaplan, da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), expressou seu interesse sobre este estudo. "Se outras pesquisas confirmarem estes resultados, em um futuro poderia ser possível que algumas mulheres optassem pela denominada "observação ou tratamento expectante", que inclui o controle periódico do tumor mamário para comprovar se ele cresce", declarou Kaplan ao NYTPor sua vez, uma equipe espanhola averiguou o motivo de alguns tumores desaparecerem totalmente ou seu tamanho se reduzir notavelmente, sem nenhuma intervenção terapêutica convencional, e suas conclusões foram publicadas nas revistas científicas "European Journal of Gastroenterology & Hepatology" e "Digestive Disease Sciences".
Os autores revisaram os casos de regressões espontâneas (totais ou parciais e não atribuíveis à cirurgia ou tratamento oncológico) de tumores, compilados na literatura médica entre 1978 e 2007, constatando que é um fenômeno mais comum nos hepato-carcinomas (cânceres de fígado) que em outros tumores e que estes casos são mais frequentes do que se acreditava.
Segundo o hepatologista Bruno Sangro, da Clínica Universitária de Navarra (Espanha), coordenador deste trabalho, calcula-se que a regressão parcial ocorre entre dois e quatro casos de cada mil, e que de 1% a 2% dos pacientes podem experimentar algum tipo de regressão, na qual o tumor encolhe ou diminui.
Segundo os autores deste estudo, nas regressões poderiam intervir fatores imunológicos, que permitem que o paciente desenvolva uma potente resposta defensiva contra a doença e o ritmo de crescimento do tumor, já que quando este cresce rápido demais, não lhe dá tempo para tecer uma rede de vasos sanguíneos eficaz o bastante para nutri-lo.
Diabetes "de ida e volta"
Embora não possa ser considerada estritamente uma cura espontânea, um novo estudo dirigido pelo médico Edward Gregg, dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês), demonstrou que embora a regressão do diabetes seja muito pouco frequente seria possível consegui-la mudando o estilo de vida.Nesta pesquisa, uma em cada nove pessoas com diabetes conseguiu recuperar seu nível normal ou "pré-diabético" de açúcar no sangue, após seguir um programa no qual os participantes ingeriam entre 1.200 e 1.800 calorias diárias e praticavam atividade física pelo menos três horas por semana. Depois de um ano, 11,5% dos participantes conseguiu uma redução do diabetes, pelo menos parcial, ou seja, que seus níveis de glicose no sangue se normalizassem sem que tomassem remédios. No grupo de controle, que não seguiu um programa intensivo de dieta e exercício, as reduções ocorreram em apenas 2% dos casos.
"Acredita-se que depois que o diabetes aparece, não há volta, nem redução nem cura, mas mudar para uma dieta saudável, um estilo de vida ativo e com controle do peso, facilita o manejo da doença e poderia ajudar a suspender a medicação e reduzir o risco de complicações", segundo Gregg, autor principal do estudo.
Por outro lado, algumas crianças menores de cinco anos diagnosticados de algum transtorno do espectro autista (TEA) perdem os sintomas ao se tornarem maiores, segundo uma pesquisa financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH, em inglês) e comandada pela médica Deborah Fein, da Universidade de Connecticut-Storrs.Esse estudo foi feito com 34 crianças e adolescentes que receberam um diagnóstico precoce de autismo e agora não apresentam sintomas, 44 com características autistas muito acentuadas, como a incapacidade emocional e atraso na aprendizagem, e outras 34 com um desenvolvimento normal do TEA, todas elas de entre oito e 21 anos de idade.
Apesar deste estudo não apresentar informação sobre a porcentagem de crianças diagnosticadas com autismo que poderiam perder os sintomas, segundo seus autores ele pode ajudar a esclarecer se as mudanças nas crianças assintomáticas se devem a uma normalização de sua função cerebral ou se seus cérebros foram capazes de compensar as dificuldades relacionadas a este problema.
"Embora normalmente o diagnóstico do transtorno do espectro autista não desapareça com o tempo, as conclusões obtidas neste relatório indicam que existe uma pequena porcentagem de casos em que se consegue superar este problema", segundo o diretor do NIMH, Thomas R. Insel.
 Um estudo realizado com mais de 200 mil mulheres norueguesas e publicado em "The Archives of Internal Medicine" sugere que inclusive o câncer de mama invasivo, em algumas ocasiões, poderia desaparecer sem tratamento e em uma quantidade significativa de pacientes.
- Algumas crianças diagnosticadas com menos de cinco anos de algum transtorno do espectro autista já não manifestam esta desordem ao se tornarem adultas, segundo uma pesquisa financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH, na sigla em inglês).
- Segundo um estudo coordenado pelo hepatologista Bruno Sangro, da Clínica Universitária de Navarra (Espanha), as regressões espontâneas, totais ou parciais e não atribuíveis à cirurgia ou tratamento oncológico são mais comuns nos cânceres de fígado.

Poupança é a preferida dos pequenos investidores

Renda fixa, no entanto, é a melhor opção para 2014

Bianca Richa, empresária de 27 anos, investe seu dinheiro em ações e no Certificado de Depósito Bancário (CDB). Se seu fundo é de renda fixa ou variável, ela não sabe. “Invisto só para que o dinheiro não fique parado enquanto não faço nada com ele, mas isso não quer dizer que eu entenda muito sobre o assunto”, brinca. Investir não é mais uma ação restrita a quem possui grandes quantias. Pessoas com o mesmo perfil de Bianca são cada vez mais comuns. Sem muita experiência, são pequenos investidores que pretendem poupar dinheiro de diversas formas 
A famosa poupança ainda é maioria entre pequenos investidores por ser conhecida, ter baixíssimo risco e um rendimento fixo. Em outubro, a captação da caderneta bateu recorde e superou R$ 50 bilhões no ano. Em muitos casos, a poupança é aberta pelos pais, quando a pessoa ainda é uma criança, e ela acaba mantendo o fundo depois de adulta. “Meu pai abriu uma pra mim e eu acabei gastando metade dela. Passei o que sobrou para uma conta nova e comecei a repor a quantia gasta em depósitos mensais. A partir do ano que vem, colocarei ainda mais”, conta Thaís Scazufka, estudante de Biologia de 23 anos.
No entanto, muitos escolhem a poupança por não conhecer direito as outras opções. “Meus clientes sempre perguntam ‘Gerente, o que você faria com esse dinheiro? ’ ou falam para aplicar em qualquer coisa de baixo risco. A poupança é boa como um primeiro investimento, mas rende muito pouco”, explica Sinara. Segundo ela, reservar um tempo para avaliar o mercado, acompanhar investimentos e perceber a rentabilidade de algumas outras opções de fundo são ações válidas. Sites como o da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) e o da Bovespa dão uma boa ideia de como começar. 
De acordo com ela, o primeiro passo é criar uma reserva de emergência que seja seis vezes maior do que o seu salário. Ou seja, se você ganha R$ 1 mil, sua reserva deve ser de R$ 6 mil. “Construir essa reserva é fundamental porque, caso perca o emprego, por exemplo, você tem seis meses para se recolocar. Se tiver dificuldade em começá-la, aproveite o 13º salário e coloque, por exemplo, R$ 1 mil na poupança e deixe acumular. Depois de um tempo, é o momento de migrar para um fundo de renda fixa com rendimento maior”, aconselha.
O editor do blog “O Pequeno Investidor”, Fábio Portela, concorda que a dedicação ao estudo do mercado é importante para, no futuro, fazer um rodízio de investimentos com a renda. Segundo ele, essa é a melhor forma de obter lucros.  “As pessoas se preocupam demais em encontrar o melhor investimento, e pulam de ações pra renda fixa, da renda fixa pra imóveis, dos imóveis de volta pra renda fixa... mas pagam tanto em taxas e impostos pra isso que acabam perdendo dinheiro. O ideal é manter uma carteira diversificada. Investir pelo menos um pouco em renda fixa e um pouco em ações” conta. 
Shirley Costa, gerente do Banco do Brasil, segue o conselho à risca. Investir em fundos variados é a sua principal aposta para garantir um dinheiro extra no final do mês, além dos investimentos programados em longo prazo. “Eu tenho tudo. Ações, CDB, poupança e Tesouro Direto. Invisto em diferentes modalidades porque acho interessante diversificar as aplicações e aproveitar o que há de melhor em cada um deles. Gosto de aplicar em ações, mas limito esse tipo a no máximo 30% dos meus investimentos. A maior parte está em aplicações conservadoras”, explica. Segundo ela, dividir o dinheiro em diversas modalidades dá segurança, já que sempre há rendimento em algum lugar na hora do aperto.
O mercado de ações é visto com estranhamento por muitos investidores principiantes que acham as transações bastante complexas. No entanto, segundo Fábio, não há o que temer. O maior problema é a quantia inicial a ser investida. “Comprar as ações pode acabar tornando os custos meio caros, mas, com boa vontade, é possível encontrar corretoras que cobram taxas de custódia e de corretagem mais baixas”, explica. Ele conta que o receio é normal; basta ter em mente que esse mercado é volátil e uma queda não significa perda total. “Os preços das ações sobem e descem, é típico delas. Em 2006, logo que comecei a investir, houve uma pequena queda no mercado de ações. Me assustei e saí do mercado pra estudar mais antes de voltar. Voltei em maio de 2008, na maior queda em anos. No entanto, fiquei tranquilo, porque havia estudado e sabia que aquilo ia passar. A cada queda, eu comprava mais ações. Não me arrependi”, relembra. 
Sinara não concorda com Fábio. Para ela, o ano que vem será difícil para a economia e o melhor é investir em ativos de renda fixa, onde o rendimento é certo. “A perspectiva para o ano que vem não é muito boa. Será um momento de alta nos juros, onde ativos de risco tender a sofrer mais oscilações. Além disso, a inflação ainda está bem alta e a economia não deve crescer muito”, aponta.
Segundo a gerente de Investimentos do Santander, o Certificado de Depósito Bancário (CDB) pode ser uma boa opção para quem quer ir além da poupança sem se arriscar muito. Os títulos são emitidos pelos bancos e vendidos ao público como forma de captar recursos. “Nos programas do CDB, quanto mais tempo você deixar o dinheiro lá, mais vai ganhar. A partir do terceiro ano, se atinge 100% do CDI. Com os juros em alta, ele terá mais rendimento”, explica. A sigla CDI significa Certificado de Depósito Interbancário e funciona também como uma forma de captar recursos, porém restrita aos bancos. A taxa CDI acompanha a taxa Selic, que dita os juros no país. Portanto, um fundo CDB que atinge 100% do CDI renderá, para o investidor, praticamente a mesma coisa que a taxa de juros naquele momento.

30/11/2013
 às 7:05

Ministro da Justiça manteve encontros com empresário que PF chama de “lobista”; petista omitiu relação pregressa com investigado. Pede pra sair, Cardozo!
É claro que num país normal, que honra a tradição democrática e a transparência, José Eduardo Cardozo já não seria mais ministro a partir de amanhã. Agora está claro por que ela anda tão nervoso.
Há sinais de que pode ter havido irregularidades na relação entre a Siemens — e, quem sabe?, outras empresas — e o Metrô e a CPTM. À diferença da prática corriqueira no petismo, ninguém, no PSDB, classifica a apuração em si de uma conspiração contra patriotas. O que não é aceitável é que a investigação obedeça a critérios que são de natureza político-partidária. E isso, lamento, está mais do que evidenciado pela sequência dos fatos e pelas decisões e falas de autoridades envolvidas na investigação. O manda-chuva do Cade é o petista Vinicius de Carvalho; o chefe de Carvalho é José Eduardo Cardozo. Pois é…
Um dos principais investigados no caso é o empresário Arthur Teixeira, que a Polícia Federal chama de “lobista”. Eduardo Carnelós, seu advogado, rechaça a classificação e apresenta evidências de que ele é um consultor da área e que faz um trabalho legal. Pois é… Em defesa de seu cliente, Carnelós poderia evocar nada menos, parece-me, do que o testemunho justamente do ministro. Por quê? Porque Cardozo conhece Arthur. Mais do que isso: Cardozo esteve ao menos duas vezes com Arthur. Mais do que isso: Cardozo quis discutir com Arthur temas relativos justamente à área de transportes. O ministro sabe que os encontros aconteceram. Cardozo, um homem preocupado, queria debater o fortalecimento da indústria nacional no setor.
E olhem que Arthur foi procurado por emissários do petista. Os encontros aconteceram há coisa de dez aos, talvez um pouco mais. Isso nos remete a 2002, ano em que Lula foi eleito presidente pela primeira vez, e Cardozo, deputado federal. O emissário do companheiro entrou em contato, na verdade, com Sérgio Meira Teixeira, que morreu em 2011, então sócio de Arthur.
Indagado a respeito, Carnelós admite que os encontros, de fato, aconteceram. E afirma que Sérgio e Arthur não tiveram qualquer conversa com o petista que implicasse práticas ilegais. E emenda o advogado: “Nem com o agora ministro nem com as demais autoridades e políticos com os quais meu ciente se encontrou em razão de suas atividades profissionais regulares e legais”.
Cardozo, pede pra sair!Não dá! A Polícia Federal que o senhor Cardozo chefia chama Arthur de lobista. Ele próprio e seu advogado exibem elementos demonstrando que é um consultor da área. O agora ministro tem de dizer se seus encontros foram mantidos com um lobista ou com um consultor. Arthur não mudou de ramo. O petista deve saber por que considerava os dois empresários referências na área.
Teixeira, justa ou injustamente, está no centro da, como chamarei?, “operação Cade-Polícia Federal”. Cardozo é o chefe dos dois órgãos. Sua relação pregressa com um investigado dessa importância — e é impossível o ministro não se lembrar das conversas — não poderia ter sido omitida. Suponho que nem a presidente Dilma soubesse.
“Ah, o encontro aconteceu há dez anos…” Certas coisas não morrem nem envelhecem, não é mesmo? A memória, por exemplo. E Cardozo é um homem de boa memória. “Encontrar-se com alguém é crime?” Claro que não! Quando, no entanto, esse encontro aconteceu entre o agora ministro da Justiça, a quem estão subordinados Cade e Polícia Federal, e um empresário que é considerado por esses órgãos um elemento essencial da investigação, aí as coisas se complicam muito. E se complicam ainda mais quando se examina o papel de Cardozo em todo esse episódio.
Já havia elementos de sobra para o ministro pegar o boné. Apareceu mais um.

What the Bible Says About Money (Shocking)
Most people know Sean Hyman from his regular appearances on Fox Business, CNBC, and Bloomberg Television, but what they don’t know is that Sean is a former pastor, and that his secret to investing is woven within the Bible.

Perhaps that can explain why, despite his uncanny ability to predict precise moves in the stock market, Sean is often laughed at for his unique stance on investing.

For example . . . a few months ago Sean appeared on Bloomberg Television. At that time, Best Buy (BBY) was dropping to all-time lows of $16 a share. Sean predicted the stock could go down to $11 a share, and would then quickly rebound to $25 per share, and after that would rally to $40 per share over the next year.

Another commentator on the show actually mocked Sean for his stance, saying “$40 on Best Buy? If that’s the case Apple (AAPL) is going to $1,500. That’s the most ridiculous thing I have ever heard!” (Editor’s Note: At the time, Apple was trading at $650 per share).

Within a few weeks, Sean would receive the last laugh.

Best Buy dropped down to $11.20 a share and has since rebounded to $30 a share, continuing its path to $40 . . . exactly as Sean predicted. (Ironically, Apple has dropped down to about $400 per share).

During a recent private dinner with Sean, once he’d blessed the food, I wasted no time asking him what his secret is for investing so successfully.

During a recent private dinner with Sean, once he’d blessed the food, I wasted no time asking him what his secret is for investing so successfully.

I expected Sean to say that it was his years of experience at Charles Schwab or perhaps one of the complicated algorithms he uses for timing the stock market.

So when Sean responded that his secret to investing was the Bible, I was thoroughly shocked.

Yes, I knew Sean was a Christian (anyone who spends more than 1 minute with him will pick that up!). However, people usually keep their faith separate from things like . . . investing.

But not Sean.

For Sean, the Bible is his FOUNDATION for investing.

He explained to me how there is actually a “Biblical Money Code” woven into Scripture.

Sean says it is this Biblical Money Code that took him from making a mere $15,000 a year to now giving away up to $50,000 a year. Sean also credits this code with helping him turn his father’s $40,000 retirement account into $396,000.

Certain investment titans, Sean says, such as Warren Buffett and John Templeton, have already used this code to amass billions.

What Sean had to say impressed me so much that I asked him
I’ve personally watched this presentation several times and it is already spreading virally.

During the video, Sean uses the teachings of King Solomon, Jesus of Nazareth, and the Apostle Paul to show how anyone can get out of debt . . . make sound investments . . . and morally build substantial wealth.
Sean even reveals a “debilitating ‘financial sin’ that blinds many . . . and could be costing you up to 41% of your life savings at this very moment.” What’s so deceiving about this sin is how innocent and safe it appears at first.

And at the end, he finishes up with his “12-12-12 plan for investing.” This is a simple step-by-step plan to go from being a saver, to an investor, to a philanthropist.


Maria Kang, known as the "Fit Mom," was temporarily banned from Facebook this week after she wrote a post complaining about the positive media coverage of an online group that encourages plus-sizewomen to post photos of themselves in lingerie to show what "real women" look like.


Kang, who caused controversy earlier this year by posting a photo of herself with her sons under the tag line "What's Your excuse?" wrote on herFacebook page that she was "starting to get annoyed" at the attention the online group was getting.
Kang then went on to write about high obesity rates in the U.S., including childhood obesity.
"We keep blaming the culprit (school lunches, fast food) when the real change starts at home," wrote Kang.
Kang told ABCNews.com that she was especially frustrated by the positive media attention the lingerie group received after she'd received such intense criticism for posting the photo of herself in a bikini alongside her sons.
"People made me feel bad about posting a picture of me and my children," said Kang, who said she feared the media coverage of the lingerie group was "normalizing" obesity. "When you see someone who is healthy it's almost so shocking. ... We've gone to a point where we're normalizing [a health] crisis.
In her deleted post on Facebook, Kang wrote that "We need to change this strange mentality we are breeding in the U.S."
Kang wants to highlight people who, she said, make fitness and health a priority. "Start celebrating people who are a result of hard work, dedication and discipline."
After Kang put the post on Facebook it was flagged by a reader, and the social media site removed it, calling it "hate speech," according to ABC's affiliate KGO in San Francisco.
But after it banned Kang, Facebook then said the post had been taken down by mistake and reinstated Kang's access to the social media site. According to KGO, Kang's original post was not reposted.
Kang wrote another message on her Facebook page about the controversy, saying she didn't want to shame overweight people but that she believes people are celebrating unhealthy habits.
"I think you should love yourself," Kang told ABCNews.com. "But there's a fine line we're walking between I love myself and accept myself, and I love and accept and want to progress myself."

Honduras's defiant left asks for presidential election recount
The party of Honduras' defeated leftist presidential candidate Xiomara Castro demanded a full vote recount on Friday, offering examples of poll fraud that supporters say robbed her of victory this week when conservative Juan Hernandez was declared the winner.
Hernandez, who is head of Congress and enjoys close ties with incumbent president Porfirio Lobo, was declared winner on Monday, promising to tame violence that has made Honduras the world's murder capital.
Castro, wife of former ousted leader Manuel Zelaya, has refused to accept the results, setting the stage for a protracted conflict.
On Friday, Castro's Liberty and Refoundation Party, demanded a full recount of 16,135 ballot boxes, arguing that certificates signed by the parties and submitted to election authorities with local vote tallies had been falsified.
"We have uncovered a disgusting, monstrous fraud, through which the Honduran people have been robbed of the presidency of the Republic," said Castro. "We will not accept the results."
With 89.80 percent of the votes counted, Hernandez garnered 36.59 percent of the vote compared to Castro's 28.84 percent, electoral authorities have said.
Zelaya, Castro's husband, was deposed in a 2009 coup, which plunged the Central American country into deep crisis and turned Honduras into an international pariah.

Oceans lose oxygen and have 700 'dead zones' Research from the International Union for Conservation of Nature is presented at COP...