Wednesday, April 30, 2014

Italian Court Says Amanda Knox Killed Roommate Over Argument

The Italian court that found Amanda Knox guilty of murder in January said Tuesday that she had killed her British roommate because of an argument, rather than during a sex game, and that she had wielded the knife.
Ms. Knox, an American who was a student at the time of the killing, spent four years in an Italian prison after a court found that she and her boyfriend at the time, Raffaele Sollecito, had murdered Ms. Knox’s roommate, Meredith Kercher, in 2007.
That conviction was overturned on appeal, and Ms. Knox returned to her home in Washington State in 2011. Both were found guilty again at a retrial.
Ms. Knox and Mr. Sollecito proclaim their innocence and are appealing again. Ms. Knox has said she will not return willingly to Italy to serve the rest of her more than 28-year sentence. A third defendant, Rudy Guede, tried separately, is serving a 16-year sentence for the murder.
In its explanation of the verdict, the court said it was not “credible that the four young people began a group sex activity that Meredith Kercher later suddenly no longer wanted to pursue further.” The statement came in a motivation document, commonly issued by Italian courts many weeks after a verdict. “This hypothesis is not compatible with the personality of the English girl,” the document said.
It said Ms. Kercher and Ms. Knox had an argument on an evening when Ms. Knox and Mr. Sollecito had taken drugs, which then escalated. Ms. Knox, Mr. Sollecito and Mr. Guede attacked Ms. Kercher together, the court said. Mr. Guede assaulted her to “satisfy his sexual instinct” while Mr. Sollecito and Ms. Knox participated “in a desire to abuse and humiliate the English girl,” it said. Ms. Kercher was killed so that she could not report the sexual assault, the court added.
In a statement, Ms. Knox maintained her innocence and said, “The recent motivation document does not — and cannot — change the fact that the forensic evidence still does not support my participation and the circumstantial evidence still remains unreliable and contrary to the conclusion of guilt.”

Um copo de café da rede Starbucks pode melhorar a visão

24 de abril de 2014
Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo do Insper
Goste ou não, há muito o que aprender com Howard Schultz, afinal, não é qualquer um que cria um negócio com milhares de lojas em vários países, e que, apesar das dificuldades, faturou quase US$ 15 bilhões no ano passado, vendendo algo tão trivial quanto um cafezinho.
E o que intriga muitos empreendedores é que eu e você não somos obrigados a pagar um pouco mais pelos produtos da empresa, mas então, como a Starbucks vende mais de 10 milhões de copos de café todos, absolutamente, todos os dias do ano?
A resposta: Porque a Starbucks não vende café!
Conscientemente, Schultz sabia disso desde que abriu sua primeira loja.
A história da Starbucks tem dois inícios. O primeiro é o cronológico, quando três amigos, os professores Zev Siegl e Jerry Baldwin e o escritor Gordon Bowker juntaram suas paixões pelo café em 1971 para fundar uma loja de cafés gourmet na cidade de Seattle.
Como todos gostavam do livro Moby Dick, escrito por Herman Melville em 1851, adotaram o nome de um dos personagens, Starbuck, para a empresa e uma sereia estilizada como logotipo. Dez anos depois, a empresa tinha crescido moderadamente e já contava com cinco lojas. Em 1982, a Starbucks teve seu segundo início, quando os fundadores contrataram Howard Schultz para cuidar da expansão da empresa.
Apesar da origem humilde e de ser jovem, tinha 29 anos, Schultz já construíra uma carreira bem sucedida como executivo de uma empresa sueca de utensílios de cozinha quando foi convidado a conhecer a pequena rede de lojas de café com um nome esquisito.
Quando viu a Starbucks pela primeira vez, foi uma paixão tão fulminante que nem seus pais entenderam. “Por que largar um emprego bem pago por uma lojinha que vende cafés caros?” – perguntaram. Mas Schultz explicou depois que o que o atraiu não foi o que a Starbucks era, mas o que ela poderia vir a ser.
Mas o momento que mudou sua vida veio três anos depois, em 1985, quando visitava Milão e percebeu como os italianos vivenciavam suas cafeterias. As lojas não vendiam apenas cafés, mas obras primas feitas de café, leite, chocolate em copos e xícaras. E os milaneses não iam lá só para consumir produtos diferenciados, as cafeterias eram locais para encontros sociais ou simplesmente para passar um tempo sozinho em um ambiente agradável. Pagar um pouco a mais pelo produto em si não fazia tanta diferença.
De volta aos Estados Unidos, Schultz não conseguiu convencer seus chefes sobre trazer o conceito das cafeterias da Itália. Confiante na sua ideia, ele escreveu um plano de negócio e foi buscar investimento. Apresentou seu conceito para 243 investidores, 217 disseram que aquilo não ia funcionar, afinal, já havia mais de 1,5 milhão de cafeterias nos Estados Unidos. Por quê alguém iria pagar mais por um café só porque o ambiente era aconchegante? Americano tem pressa e nem dava bola para espressos, machiattos, mochas e lattes.
Apesar das portas na cara, Schultz conseguiu investimento para montar sua primeira cafeteria, que chamou de Il Giornale. A loja não venderia cafés, mas um momento para que as pessoas recarregassem suas energias sozinhas ou acompanhadas.
Três anos depois, a Il Giornale já tinha 11 lojas bem sucedidas quando seus antigos patrões vieram perguntar se Schultz tinha interesse em comprar a Starbucks. O negócio foi fechado e 26 anos depois, as 11 lojas viraram 20 mil em 64 países.
O livro Dedique de Coração (Negócio Editora, 1999), escrito por Howard Schultz, é leitura obrigatória para conhecer todo o planejamento e execução de um negócio que vai além do cafezinho. No livro, você perceberá que ele sabia de um pequeno grande detalhe já que havia lido o artigo Miopia de Marketing, escrito por Theodore Levitt e publicado na Harvard Business Review na edição de julho/agosto de 1960.
Neste artigo, um dos principais da Administração, Levitt explica que as empresas de ferrovias eram as maiores empresas do Século XIX nos Estados Unidos. Mas elas não se mantiveram neste patamar no século seguinte porque se viam no mercado de ferrovias e não no de transportes.
Enquanto que outras soluções de transportes evoluíam no Século XX, as empresas de ferrovias ainda continuavam querendo ser as maiores e melhores empresas… ferroviárias.
A sabedoria do artigo de Levitt obriga o empreendedor a refletir que ele(a) não está no negócio do produto em si (ferrovias, cafés), mas no mercado dos benefícios que são comprados (transporte, momentos revigorantes) pelo cliente. Neste caso, empreendedores míopes não são aqueles que não veem longe, mas aqueles que não conseguem enxergar, de perto, o que seus negócios verdadeiramente são.

COMO SE SENTIR UM OTARIO



Só sujeito muito insensível não ficou tocado pela atitude sagaz, irônica e inteligente de Daniel Alves, que comeu parte de banana que fora atirada na direção dele em jogo do Barcelona no final de semana. O gesto do lateral soou como resposta pacífica e desdenhosa ao comportamento covarde de um valentão de arquibancada. Mereceu aplausos e estimulou reação em cadeia mundial, com inúmeras personalidades a postar fotos nas quais comem a saborosa e nutritiva fruta.
Um dos primeiros a prestarem solidariedade foi Neymar, companheiro de Daniel no clube e na seleção brasileira. No domingo à noite mesmo, apareceu o jovem craque a segurar uma banana de verdade junto com o filhinho, que tinha uma de plástico. E, de quebra, colocou a frase #somostodosmacacos, nesse formato usado para compartilhar em redes sociais.
Sucesso fulminante, sacada de mestre do ex-santista, sinal de que está antenado em tema tão delicado e revoltante, porque segregação racial jamais deve ser justificada. Lamentei não ter visto a imagem antes, pois certamente teria feito referência a ela na crônica que dediquei ao Daniel na "Edição de Esportes" de anteontem. Agora, me sinto aliviado pelo vacilo. Caso contrário, teria embarcado em uma campanha publicitária, como milhões caímos...
Pois era disso que se tratava: uma peça de marketing. E quem revelou a artimanha não foi nenhum repórter abelhudo, mas o dono de uma agência de publicidade. Com candura, disse que havia sido procurado pelos Neymar, pai e filho, preocupados com manifestações preconceituosas que se repetem na Europa, sobretudo na Espanha e em jogos do Barça. Daí surgiu a ideia de Neymar (filho) comer uma banana na primeira oportunidade em que isso acontecesse. Questão de tempo.
Pelo visto, esqueceram de combinar com Daniel Alves, que aparentemente não sabia de nada. Como o impacto inicial foi quebrado por outro protagonista, se optou por desencadear a campanha a toque de caixa. O negócio era não deixar a onda baixar, fundamental surfar nela enquanto estivesse no auge.
Não foi só Neymar quem se deu bem. Na segunda pela manhã, já estava disponível para compra, pela internet e por R$ 69, camiseta da grife de um astro televisivo com o slogan. Provavelmente, vai vender muito, para alegria do empresário empreendedor. E que velocidade para colocar o produto na vitrine!
A sensação de logro, de tapeação veio com a declaração do agente de mídia. Daí quebrou o encanto. Já que Neymar estava empenhado em combater o aleijão do racismo, por que não detonar logo a campanha, uma vez que o assunto não sai de cena, infelizmente? Seria estupendo da mesma maneira _ ou mais, porque mais espontâneo. Ou pensaram que, talvez, não causasse impacto, se não tivesse a dramaticidade, o detalhe do jogador oprimido a abaixar-se e triturar o objeto da injúria?
Depois disso, dou-me o direito de fazer nova interpretação (quem sabe, errada?) do episódio. Seria mais um factoide para promover quem já tem tanta visibilidade? Seria um jeito de burilar a imagem de um jogador que teve nome envolvido em polêmicas pelas recentes críticas ao dinheiro real gasto na contratação e pelas simulações de faltas e pênaltis?
Neymar não precisa disso. Mas, se for assim, lamento. A luta contra segregação racial deve ser intensa, incessante e séria. Uma bandeira sem dono e com todos a empunhá-la. Ninguém tem direito de usurpá-la em favor próprio. Sinceramente, me sinto com cara de otário. Porém, prefiro jogar no time dos crédulos do que passar para o lado dos espertos.
Muito barulho... Paulo Nobre se desgastou, Carlos Aidar flertou com a grosseria, por causa de um Alan Kardec. E pensar que os dois clubes já tiveram mais bom gosto na disputa por jogadores. Sinal dos tempos.
Que surra! O Real Madrid triturou o Bayern, nos 4 a 0 de ontem. Exagero até para quem tem Cristiano, Bale, Di Maria, Modric. Irretocável.

Desabastecimento se agrava e complica estratégia do chavismo contra a crise

 Estatísticas do Banco Central da Venezuela (BCV) reveladas ontem pelo jornal venezuelano El Universal mostram que, em um ano, a taxa de desabastecimento no país se elevou em quase 10 pontos porcentuais. Em março de 2013, 20% dos produtos tinham desaparecido das prateleiras dos mercados - no mês passado, a escassez chegou a 29,4%.
Em relação a março de 2012, a falta de bens de consumo aumentou 18,6 pontos porcentuais, ainda segundo o levantamento. Naquele mês, a taxa de escassez era de 10,8%, o índice mais baixo registrado desde 2010, ou seja, a melhor situação.
No mês passado, o desabastecimento de alimentos, especificamente, foi de 29,9% - uma pequena melhora em comparação a fevereiro, quando 33,8% dos produtos alimentícios faltaram, a maior taxa já registrada pelo BCV. "Em março do ano passado, a escassez de alimentos era de 17,7%, o que quer dizer que, em 12 meses, aumentou 9,2 pontos porcentuais", afirma o relatório. Em dois anos, ainda segundo o relatório, esse aumento foi de 16,6 pontos porcentuais.
As enormes filas nos supermercados e a escassez de produtos básicos tornaram-se comuns na Venezuela no último ano. Trabalhadores dos refeitórios que oferecem alimentos a sem-teto, por exemplo, enfrentam uma crescente dificuldade para encontrar arroz, lentilha, farinha e outros produtos necessários para o fornecimento das refeições. A população enfrenta ainda a falta de produtos como papel higiênico e insumos hospitalares.
"Passo horas por dia na fila porque só dá para conseguir uma coisa num dia, outra no outro", disse Fernanda Bolívar, de 54 anos, que há 11 trabalha no refeitório para sem-teto conhecido como "sopão" Madre Teresa de Calcutá, mantido pela Igreja Católica em um beco do centro de Caracas. "A situação ficou terrível no ano passado", afirmou.
Fernanda decidiu trabalhar no programa de alimentação depois de passar fome. Há uma década, ela faz almoço diariamente para cerca de 50 pessoas, que se sentam em mesões de concreto dentro do mal iluminado albergue, que costuma alagar na época das chuvas.
Como muitos outros consumidores venezuelanos, para conseguir os ingredientes para cozinhar, Fernanda precisa acordar às 4 horas e ir para a fila do supermercado mais próximo, onde, às vezes, passa horas na companhia de centenas de pessoas. Os números que marcam o lugar na fila são rabiscados na mão dos consumidores.
Críticas. Opositores do presidente Nicolás Maduro dizem que as filas são um constrangimento nacional e um símbolo do fracasso de uma economia socialista semelhante à da ex-União Soviética. Autoridades respondem dizendo que empresários estão deliberadamente estocando produtos como parte da "guerra econômica" contra o governo.
Chavistas defendem-se citando os programas assistenciais e a redução - pela metade - dos níveis da pobreza nos últimos 15 anos como prova de que a situação dos pobres está melhor desde que Hugo Chávez, chegou ao poder.
O governo iniciou neste mês um sistema de identificação que rastreia as compras feitas por consumidores a preços subsidiados em supermercados estatais. As autoridades dizem que a medida tem o objetivo de coibir o acúmulo de estoques por parte dos comerciantes e garantirá uma distribuição equitativa de alimentos a preços baixos para a população mais necessitada. Críticos comparam o novo sistema às cadernetas de racionamento de Cuba - o que demonstra, segundo eles, a gravidade da situação econômica venezuelana.
Caracas mantém uma rede de albergues e refeitórios chamada Missão Negra Hipólita, que funciona em parceria com entidades católicas como o Centro Madre Teresa de Calcutá, sob uma ponte no bairro San Martín. "Venho todo dia há anos, já sou da família aqui", disse o desempregado Vladimir García, de 56 anos, ao receber um prato de sopa - que tem ajudado Fernanda a organizar a fila no local. "Talvez o socialismo tenha feito muito pela Venezuela, mas nunca tivemos essas filas enormes para tudo antes. Nem essa escassez de produtos alimentícios. É uma loucura para uma nação tão rica."
AUSTRALIA DISMISSES POSSIBLE PLANE WRECKAGE CLAIM

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SYDNEY (AP) -- The Australian agency heading up the search for the missing Malaysian jet has dismissed a claim by a resource survey company that it found possible plane wreckage in the northern Bay of Bengal.
The location cited by Australia-based GeoResonance Pty Ltd. is thousands of kilometers (miles) north of a remote area in the Indian Ocean where the search for Flight 370 has been concentrated for weeks.
"The Australian led search is relying on information from satellite and other data to determine the missing aircraft's location. The location specified by the GeoResonance report is not within the search arc derived from this data," the Joint Agency Coordination Center, which is heading up the search off Australia's west coast, said in a statement on Tuesday. "The joint international team is satisfied that the final resting place of the missing aircraft is in the southerly portion of the search arc."
GeoResonance stressed that it is not certain it found the Malaysia Airlines plane which vanished on March 8 during a flight from Kuala Lumpur to Beijing, but called for its findings to be investigated.
The company uses imaging, radiation chemistry and other technologies to search for oil, gas or mineral deposits. In hunting for Flight 370, it used the same technology to look on the ocean floor for chemical elements that would be present in a Boeing 777: aluminum, titanium, jet fuel residue and others.
GeoResonance compared multispectral images taken March 5 and March 10 - before and after the plane's disappearance - and found a specific area where the data varied between those dates, it said in a statement. The location is about 190 kilometers (118 miles) south of Bangladesh.
Malaysian Defense Minister Hishammuddin Hussein said Tuesday that China and Australia were aware of the announcement. "Malaysia is working with its international partners to assess the credibility of this information," a statement from his office said.
Angus Houston, head of the search effort off Australia's west coast, said on Wednesday that he was confident crews were already searching in the right place, but that Malaysia should investigate the GeoResonance report. He said he only discovered this week that the Bay of Bengal information had earlier been passed directly to Malaysia.
"Any sort of information that comes forth needs to be investigated," he told Australia's Sky News. "It's certainly something that needs to be looked at and I believe it probably has been looked at, but I'm not aware of any of that detail. I'm focused on the search in our area of responsibility."
GeoResonance said it began trying to find the plane before the official search area moved to the southern Indian Ocean.
India, Bangladesh and other countries to the north have said they never detected the plane in their airspace. The jet had contact with a satellite from British company Inmarsat for a few more hours, and investigators have concluded from that data that the flight ended in the southern Indian Ocean.
No wreckage from the plane has been found, and an aerial search for surface debris ended Monday after six weeks of fruitless hunting. An unmanned sub is continuing to search underwater in an area where sounds consistent with a plane's black box were detected earlier this month. Additional equipment is expected to be brought in within the next few weeks to scour an expanded underwater area. Houston has predicted that search could drag on for as long as a year.
HOURS AFTER STERLING'S LIFE BAN, HIS CLIPPERS WIN

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L.A. CLIPPERS NEWS
JORDAN, PAUL LEAD CLIPPERS OVER WARRIORS, 113-103
BASKETBALL NEWS
HOURS AFTER STERLING'S LIFE BAN, HIS CLIPPERS WIN
INTERACTIVES
ODEN'S READY FOR ROOKIE SEASON
DOCUMENTS
NBA'S ANTI-GAMBLING REPORT(PDF)
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LOS ANGELES (AP) -- Several hours after owner Donald Sterling was banned from the NBA for life, the Los Angeles Clippers sprinted and soared through a playoff game as if a weight had been lifted from their collective shoulders.
The Clippers finished a tumultuous day with a 113-103 victory over the Golden State Warriors on Tuesday night, leaving their home court to high-fives and standing ovations from fans enthralled by the prospect of watching an NBA title chase without Sterling in his front-row seat.
"We have a tough locker room, all of us are tough, but it almost brought out tears to your eyes just to feel the support from the fans," said Chris Paul, the Clippers' star point guard.
NBA Commissioner Adam Silver delivered the extraordinary punishment to Sterling after a recording of racist statements by the real-estate mogul was made public several days ago.
The ban is one of the harshest penalties in the history of U.S. sports, but was met with near-universal acclaim from fellow owners, civil rights observers and NBA players who strongly contemplated a playoff boycott if Sterling wasn't punished harshly.
"The views expressed by Mr. Sterling are deeply offensive and harmful," Silver said while announcing his first major action as the league's commissioner. "That they came from an NBA owner only heightens the damage and my personal outrage. Sentiments of this kind are contrary to the principles of inclusion and respect that form the foundation of our diverse, multicultural and multiethnic league."
Sterling was fined $2.5 million, the maximum allowable under the NBA constitution. Silver also will urge the NBA's board of governors to compel Sterling to sell the Clippers, and if three-fourths of the other 29 owners agree, the league's longest-tenured owner almost certainly will be forced to give up the team he has owned since 1981.
Sterling made no public comment about the ban, but the owner is among the most litigious people in sports. Team spokesman Seth Burton said in an email that the Clippers had no plans to issue a statement from Sterling on Tuesday, but the franchise released a statement "wholeheartedly" supporting Silver's decision.
While the league waited to see whether Sterling will fight to keep his team, the Clippers got back to basketball with a flourish.
Two days earlier, with news of Sterling's comments still fresh, the Clippers dumped their team warmup jerseys in a pile at center court in Oakland in a gesture of defiance against their owner before losing Game 4 of the series.
After Silver's announcement and an emotional team meeting, the Pacific Division champions methodically beat the Warriors to take a 3-2 series lead. Los Angeles is on the brink of just its third playoff series victory since Sterling bought this star-crossed team nearly 33 years ago.
"I was really proud of them," Clippers coach Doc Rivers said. "I thought they were tired a lot tonight. I thought you could see them getting tired from all the emotional baggage over the last four days. They had great mental toughness tonight."
Even while Sterling contemplates his next move, the Clippers organization rushed to distance itself from Sterling. Shortly after Silver's announcement, the Clippers' website featured only a black screen with a simple message: "We are one." The mantra was repeated by the team's public-address announcers and chanted by their fans several times during their playoff game.
Sterling is banned from Staples Center and the Clippers' training complex in Playa Vista, a beautiful $60 million facility constructed by Sterling. He is prevented from participating in any decisions by the Clippers, or from any league activity, including board of governors meetings.
Most of the advertising signage at Staples Center was either covered in black cloth or removed for the game. Many sponsors dropped the Clippers or re-evaluated their relationships with the NBA over the past several days, and Silver is hopeful they will return with Sterling's departure.
Sterling's long-estranged wife, Rochelle, watched the game from a seat in the lower bowl, not in the courtside chairs usually occupied by the couple - or by Donald Sterling and a string of young female friends. One of those friends, V. Stiviano, was the other voice on the recordings made public last week.
Silver said Sterling had confirmed his voice was on the recordings. He criticized Stiviano for posting pictures of herself online with black athletes Magic Johnson and Matt Kemp.
"Don't bring him to my games," Sterling said of Johnson, the former Lakers star and current Los Angeles Dodgers owner. "Yeah, it bothers me a lot that you want to promo, broadcast, that you're associating with black people. Do you have to?"
Despite the urgency of the potential move, Sterling seems almost certain to get the highest sale price in history for an NBA franchise if he is indeed forced to sell. After decades of incompetence under Sterling's watch, the Clippers are now a successful team located in glamorous Los Angeles - and they're about to get much more valuable when they sign a new broadcast deal in 2016.
After the news of Sterling's comments broke last weekend, Rivers clearly questioned whether he would stay with the team that pried him away from the Boston Celtics a year ago with a lucrative contract. The championship-winning coach, who is black, said he still hadn't made up his mind before Game 5.
"I had given it zero thought, as far as that goes," said Rivers, who briefly played for Sterling with the Clippers. "Obviously, Adam's decision, if there was going to be one, makes mine easier."

                                                    TAKE A LOOK AT THIS IMPERMISSIBLE ITEMS YOU WILL NOT BELIEVE                  ...