Tuesday, September 30, 2014

Do the Brics need their own development bank?

The Brics' dissatisfaction with the World Bank, the International Monetary Fund, and the role of the dollar in the global monetary system is understandable, writes Barry Eichengreen
Floating lantern ceremony in Chiang Mai, Thailand

For the leaders of the Brics countries (BrazilRussiaIndiaChina, andSouth Africa), the announcement in July of their agreement to establish a "New Development Bank" (NDB) and a "Contingent Reserve Arrangement" (CRA) was a public-relations coup. The opportunity for a triumphal group photo was especially welcome for Brazilian President Dilma Rousseff, in light of her country's ignominious World Cup defeat and slack economy, and for Russia's President Vladimir Putin, given the international reaction against his government's support of the rebels in Ukraine.
The agreement was also an opportunity for the five countries to reiterate their dissatisfaction with the World Bank, the International Monetary Fund, and the role of the dollar in the global monetary system. The Brics possess just 11% of the votes in the IMF, despite accounting for more than 20% of global economic activity. The US Congress refuses to ratify the agreement reached in 2010 to correct this skewed state of affairs. And the United States has displayed no willingness to renounce its anachronistic privilege of nominating the World Bank's president.
Meanwhile, the share of the dollar in global foreign-exchange reserves remains more than 60%, while 85% of global foreign-exchange transactions involve dollars. Given the reluctance of underrepresented countries to sign up for the IMF's precautionary credit lines, central banks desperate for dollars can obtain them only from the Federal Reserve. The Fed was reasonably forthcoming in providing dollar swaps in the last crisis in 2008; but there is no guarantee that it will behave similarly in the future.
Thus, the Brics' dissatisfaction with the status quo is understandable. The question is whether their NDB and CRA will make a difference.
The logic for the NDB is compelling. The Brics, and developing countries generally, have immense infrastructure needs. China may not have an infrastructure deficit, but it has something else: large construction companies that welcome the opportunity to undertake additional projects abroad. Hence the incentives of the NDB's prospective creditors and borrowers are happily aligned.
Moreover, there already is a proliferation of regional development banks, from the Inter-American Development Bank and the Asian Development Bank to the more modestly capitalized African Development Bank. These institutions co-operate with the World Bank. Their existence creates no major problems for the Bretton Woods institutions.
There is no reason why the NDB should create problems, either. With initial capital of just $100bn, it is too small to make a major contribution to global infrastructure needs. But inadequate capitalization can be corrected over time.
The CRA – intended to lessen the Brics' dependence on the Fed and the dollar – is another story. The five participants agreed to earmark $100bn (£59bn) of their foreign-exchange reserves for swap lines on which all members are entitled to draw.
But here the interests of prospective borrowers and lenders are not obviously compatible. The next Brics country experiencing a crisis will want to draw on the CRA. But the other members will hesitate to lend more than token amounts, especially if there are repayment doubts. In contrast to development finance, the incentives of potential lenders and borrowers are not aligned.
Permitting the lenders to impose policy conditions on borrowers, and to monitor their compliance, can redress this problem. But imposing conditionality on sovereign states is a delicate matter – especially when the countries involved are as large, proud, and diverse as the Brics. It is difficult to imagine Brazil, for example, accepting policy conditions laid down by China.
Other attempts to establish networks of swap lines and credits, such as the Chiang Mai Initiative, which was negotiated in the wake of the Asian crisis, have been bedevilled by the same problem. The Chiang Mai network is even larger than the CRA. But, given the divergent interests of lenders and borrowers, it has never been used – not even in 2008, at the height of the global financial crisis.
The architects of the Chiang Mai Initiative attempted to finesse the problem by requiring countries that draw more than 30% of their swaps to negotiate a program with the IMF. Ironically, the "Treaty for the Establishment of a Brics Contingent Reserve Arrangement" contains exactly the same provision. So much, then, for the CRA as an alternative to the IMF. And, if inclusion of that provision was not revealing enough, then there is the fact that the Brics' commitments to the CRA are expressed in US dollars.
The NDB makes sense for the Brics, and it has a future. But the CRA is empty symbolism, and that is how it will be remembered.
CRONICA HILARIA QUE ENCONTREI DO AGAMENON E VOU COMPARTILHAR

Em busca do templo perdido

Agamenon Impresso 27-09
Na semana que vem, os líderes evangélicos vão conduzir seus rebanhos de fiéis para as urnas. O problema é que, depois da eleição, todo mundo acaba tosquiado
Indignado com a liquidação e a queima total que Israel está promovendo na Faixa de Gaze, resolvi partir para um retiro espiritual no recém-inaugurado Templo de Salomão, o novo empreendimen­to imobiliário do rabino evangélico Edith Macedowitz. Esse megaempreendimento religioso é inspirado no antigo templo bíblico do rei Salomão, que, infelizmente, foi destruído há muitos anos pelos mísseis do Hamas.
Fui recebido na porta do magnífico templo pelo pastor israelita, em pessoa, que me estendeu o seu quipá e me obrigou a colocar ali o dízimo. Envergando um megahair e uma barba de profeta, Ediv Macedostein me confidenciou que é um evangélico ortodoxo e compartilha a mesma fé que o Povo do Livro. O Povo do Livro-Caixa.
Para se converter ao judaísmo de Cristo e ser bem-aceito pela comunidade judaica, o pastor Edavid Macedo primeiro tratou de ganhar muito dinheiro e ficar podre de rico (mais podre do que rico). Em seguida mandou colocar uma sofisticada bateria antimísseis israelense protegendo sua conta bancária dos ataques da Receita Federal, do Hamas e do Hezbollah.
Mas voltando ao Templo de Salomão. Nunca em toda a minha vida deparei com um empreendimento religioso dessa magnitude. Maior que a Catedral de São Pedro, maior que a Basílica de Nossa Senhora de Aparecida, o Templo de Salomão é uma espécie de supermercado da fé. O fiel entra com sua fé, pega um carrinho, enche de litros de água do Rio Jordão, passa no caixa e sai dali mais aliviado, dos seus pecados e do seu dinheiro. Para agilizar o ato de fé, o pastor Edir Macedembaum colocou código de barras nas infrações contra as Leis do Senhor.
Cada vez mais pró-Israel, o beligerante bispo Macedowitz está construindo uma mesquita bem ao lado do Templo de Salomão, só para ele poder bombardear.
O bispo Macedo, sabendo que eu ainda resido no meu Dodge Dart 73 enferrujado, tentou me vender de qualquer maneira um apartamento no Templo de Salomão. Mas eu não fechei negócio porque todo mundo sabe que o bispo Macederman tem o rabino preso com a Justiça. A Federal e a Divina.

Farinhas proporcionam inúmeros benefícios à saúde

Farinhas proporcionam inúmeros benefícios à saúde

Grande aliada da alimentação saudável e da dieta balanceada, cada tipo de farinha surpreende por seu poder em relação ao corpo e a saúde. Trigo, milho, mandioca, centeio, aveia e linhaça, a lista dos tipos de farinha é extensa e seus benefícios inúmeros, além de serem saborosas opções quando polvilhadas em iogurtes, sucos, saladas ou sopas.

Segundo a nutricionista, Priscila Arruda, a farinha de aveia é a mais completa de todas. Rica em proteínas, fibras e vitaminas, previne diabetes, câncer de intestino e colesterol ruim. Para quem está de dieta, incluir esta farinha no cardápio pode ser uma boa pedida: ela aumenta a saciedade e melhora o funcionamento do intestino.

Na sequência, é possível citar a farinha de linhaça que tem como diferencial o auxílio no combate a acne e a de maracujá, que ajuda o corpo a eliminar toxinas. "O ideal é fazer um rodízio entre duas ou três farinhas diferentes para garantir diversos nutrientes ao organismo", comenta Priscila.

Na hora de escolher entre a farinha branca e a integral, opte sempre pela última! Devido a refinação, a farinha branca perde alguns nutrientes importantes, que são encontrados na integral.

Teoricamente todo grão pode ser transformado em farinha, através da moagem. Então, vá de grão em grão e encontre a farinha que se encaixa melhor na sua dieta e no seu paladar.

Aprenda a fazer uma receita deliciosa com a farinha integral.

Bolo de Banana com farinha integral
Ingredientes: 2 ovos, 2 colheres de sopa de margarina, 1 copo de iogurte natural, 1 xícara de açúcar mascavo, ½ xícara de chá de leite, 1 xícara de chá de farinha de trigo branca refinada, 1 xícara chá de farinha de trigo integral, 1 xícara de chá de aveia em flocos, 1 colher se sopa de canela em pó, 2 banana picadas em rodelas, 1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de preparo: misture em uma tigela os ovos, a margarina, o iogurte e o açúcar mascavo. A seguir, acrescente o leite, as farinhas e a aveia, mexendo muito bem a cada adição. Por último, misture a canela, as rodelas de banana e o fermento em pó. Coloque a massa em fôrma de anel untada e leve ao micro-ondas por 8 a 9 minutos na potência alta. Desenforme ainda morno. Sirva ao natural ou polvilhado com açúcar e canela.

Seis em cada dez consumidores já se arrependeram por compras que não precisavam

14,7% dos consumidores gastam mais do que o planejado (Getty Images)

 A maioria dos consumidores (64,2%)%) já se arrependeram por ter comprado coisas que não precisavam, segundo uma pesquisa encomendada pelo portal Meu Bolso Feliz e pelo SPC Brasil  (Serviço de Proteção ao Crédito).
Na avaliação dos especialistas da instituição, o fato de as pessoas comprarem itens e se arrependerem depois revela que aquela compra provavelmente foi motivada por impulsos psicológicos de comprar imediatamente. Ou seja, compras que não foram planejadas e calculadas dentro do orçamento pessoal.
De acordo com o educador financeiro do portal Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o ato de comprar pode provocar uma sensação de bem estar que induz os consumidores a agir por impulso em busca desse tipo de recompensa e prazer imediato. “Além disso, o bombardeio publicitário e as facilidades do parcelamento dão a impressão de que essas compras não vão abalar o próprio orçamento".
Seguindo o impulsoA pesquisa ainda revela que o brasileiro declara ser um comprador impulsivo, mas apenas quando está podendo, ou seja, quando está com dinheiro no bolso. Dos entrevistados, 55,7% negam que fazem compras por impulso quando querem comprar muito alguma coisa, mas se estão podendo a situação é diferente: 60,1% afirmam que só fazem compras impulsivas, "quando o orçamento permite".
De modo geral, 14,7% dos consumidores gastam mais do que o planejado para exibir estilo ou para mostrar a própria personalidade. Além disso, 22,9% parcelam as compras para poder comprar ainda mais.

Unicismo, pluralismo e complexismo: entenda as vertentes da homeopatia

Existem algumas vertentes da homeopatia, como a unicista, pluralista e complexista. Para entender cada uma delas, é preciso relembrar antes de tudo os quatro pilares da homeopatia, dando um destaque para o terceiro:
1) Experimentação - Todo remédio homeopático é obtido após experimentação;
2) Lei da Semelhança - Procuramos, dentro da experimentação, o remédio mais semelhante à sua doença;
3) Remédio Único - O ideal é um remédio único para tratamento. Mas, tendo em vista a complexidade dos medicamentos e das pessoas, nem sempre é possível;
4) Doses Mínimas - Hahnemann, pai da homeopatia, considerava o paciente "fragilizado" pela doença e, portanto, deveria ser medicado com muito cuidado. Por isso as doses mínimas. 
Para determinar qual será o remédio utilizado, é preciso ouvir o paciente. Quando ele chega até nós, traz uma queixa. Nosso trabalho é transformar essa queixa em "sintomas". Por vezes os sintomas em homeopatia são diferentes do que se considera sintoma em alopatia. 
Por exemplo: uma criança que tem medo de escuro e grita e vê vultos de sua própria sombra ou dorme bem a noite toda, mas tem um sono muito agitado. Para o alopata isso é normal, para o homeopata esse relato é sintoma. Para um homeopata, quanto mais raro e estranho é o sintoma, mais valioso ele se torna, pois acaba por ser muito característico da pessoa. 
O sintoma traduz perturbação do equilibro biológico que o doente sente e relata, inerente a seus sentidos. Isso é uma manifestação do paciente, subjetiva: o doente sente, mas nem sempre transparece. Em certas circunstâncias esses sintomas repercutem no comportamento do doente, sendo assim percebidos pelo médico, passando a ser sintomas objetivos. 
O doente chega ao médico e se expressa de maneira pessoal, exclusiva e cada paciente a sua maneira. Em consulta, ele conta como a doença começou , desde quando o que piora, o que melhora, o que adoeceu junto, como se sente com isso. Às vezes não conta e fazemos uma consulta a "saca rolha". Assim criamos um quadro clínico de nome: "Síndrome Mínima de Valor Máximo".
Depressão, febre, ansiedade, enxaqueca, representam sintomas muito comuns, mas depressão desde que mudei de casa, febre que aumenta às 16 horas, ansiedade antes de andar de avião, enxaqueca que melhora ao vomitar, são sintomas modalizados. E quanto mais modalizados, estranhos e raros, maior acerto na medicação que prescrevemos. 
Bom, então já temos os sintomas. Como prescrever o melhor medicamento? Nos pilares da homeopatia, o item 3 diz: Remédio Único. Esse fundamento é o mais importante em homeopatia e o mais difícil de ser seguido. Se os medicamentos revelam suas propriedades nas experimentações, buscamos dentre eles o mais semelhante à doença de nosso paciente, administramos ao paciente e ele fica bom. 
© Fornecido por Minha Vida
É assim? Seria uma maravilha! Não, temos cerca de 2000 medicamentos. Tem mais um senão: o paciente que procura homeopatia acaba aprendendo a se observar para poder definir sintomas de forma mais clara: qual é sua posição de dormir, qual é a comida preferida e qual faz mal, se ele transpira quente ou frio... A partir disso o paciente passa a se perceber de forma mais atenta. Podemos prescrever de diferentes formas, de acordo com experiência e formação: prescrição do medicamento mais adequado ao caso, o paciente retorna , fazemos nova repertorização dos sintomas restantes e damos outro medicamento... A essa forma damos o nome de Alternismo ou Pluralismo
Pode-se preparar uma formulação contendo vários medicamentos misturados e a essa forma chamamos de Complexismo. Já o Unicismo é uma conduta de prescrição de um único medicamento, correspondente ao simillimum de determinado doente.
Além da variação da forma de prescrição temos as diferentes formas de o medicamento ser entregue ao paciente: glóbulos, líquido, pastilhas, comprimidos... E ainda tem as diferentes formas de diluição: CH (centesimal Hahnemanniana), LM (cinquenta milesimal). D (decimal de Hering), FC (Fluxo continuo). 
Então, qual seria a mais correta forma de prescrição? Em novembro de 1840, o francês Benoît Jules Mure, discípulo de Hahnemann, trouxe a homeopatia para o Brasil. Esta é a data que se comemora o Dia Nacional da Homeopatia (21 de novembro). Assim como Mure, diferentes discípulos , tanto os pró como os contrários , difundiram-se pelo mundo e fundaram diferentes escolas. James Tyler Kent (1849 - 1916) foi homeopata nos Estados Unidos , tendo uma vasta obra, contribuindo com a homeopatia de forma significativa. Até 1930 cerca de 30% dos médicos americanos eram homeopatas. 
Desta forma, com diferentes escolas espalhadas pelo mundo , existe uma gama infinita na forma de prescrição e de interpretação dos sintomas. A meu modo de ver relevante seria ter coerência na prescrição, o médico saber lidar com a primeira prescrição e com as seguintes, até levar seu paciente à cura. 

OAB pede a cassação de Levy Fidelix por homofobia




A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira pedindo a cassação da candidatura de Levy Fidelix (PRTB) por conta das suas declarações homofóbicas durante o debate da TV Record.
Segundo as informações do UOL, o deputado Renato Simões (PT-SP) também entrou com uma representação contra o candidato.
No processo, o deputado defende que Fidelix incentivou uma reação da sociedade contra a comunidade LGBT após seus comentários na noite deste domingo.
Ao responder uma pergunta de Luciana Genro (PSOL) sobre o casamento gay, o candidato do PRTB começou: "olha minha filha, tenho 62 anos e pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho".
"E digo mais: desculpe, mas aparelho excretor não reproduz", continuou seguido por algumas poucas risadas da plateia.
Na réplica, Luciana defendeu o casamento igualitário como forma de reduzir a violência, que foi duramente rebatido por Fidelix em um discurso de enfrentamento aos gays, durante a sua tréplica.
"O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para cem. (...) Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los", disse.
O discurso do candidato virou um dos assuntos mais comentados do Twitter no momento. Embora a maioria dos comentários na rede social tenha sido condenando a fala de Fidelix, houve também quem o defendesse.
Candidato à Presidência Levy Fidelix (PRTB) conversa com jornalista ao chegar para o debate da TV Record
Autora de pergunta sobre o casamento gay, Luciana Genro também entrou com uma ação no TSE, junto com seu companheiro de partido Jean Wyllys.
Eduardo Jorge, candidato àPresidência pelo PV, seguiu a mesma linha, com uma representação que pede que se instaure um processo pelo desrespeito à dignidade humana e igualdade de direitos.

O que é labirintite?

Entenda como se dá esse tipo de doença em nosso ouvido.



Labirintite é uma infecção ou inflamação do labirinto, condição que ocorre raramente. 

As doenças do labirinto são conhecidas popularmente como “labirintites”, mas devem receber corretamente o nome de labirintopatias (afecções do ouvido interno ou labirinto) ou vestibulopatias (problemas que acometem o sistema vestibular ou de equilíbrio).

 Estas são bem mais frequentes.

 
Quais são os sintomas das labirintopatias? Os principais sintomas são: • 

  Tontura (instabilidade física associada a falta de equilíbrio) ou vertigem (sensação de movimento oscilatório ou giratório do próprio corpo ou do ambiente em relação ao corpo) •   Falta de equilíbrio •   Nistagmo •   Zumbido ou tinnitus •   Deficiências auditivas •   Sensação de ouvido tampado •   Crises vertiginosas ou sintomas neurovegetativos (vertigem, náusea, vômitos, instabilidade postural, nistagmo espontâneo, que podem estar acompanhados de sintomas cocleares)

 
Quais são as causas de labirintopatias?

 São várias as causas de labirintopatias, algumas delas são: •   Infecções •   Traumatismos de cabeça e pescoço •   Erros alimentares •   Tumores •   Doenças metabólicas (hipo ou hiperglicemia, doenças da tireoide, hipercolesterolemia) •   Distúrbios vasculares hipertensão arterial ou hipotensão, arteriosclerose) • 

  Efeito de medicamentos como cafeína, anticoncepcionais, tranquilizantes, anti-inflamatórios, etc. •   Anemias •   Alterações articulares, como na articulação temporo-mandibular (ATM) • 

  Doenças do sistema nervoso central 
Como o médico faz o diagnóstico?

 O diagnóstico geralmente é baseado no exame otoneurológico que compreende uma avaliação clínica do paciente (anamnese, exame físico e exames clínicos subsidiários) seguida de uma avaliação auditiva e outra vestibular, com exames complementares como audiometria, imitanciometria, exames eletrofisiológicos e eletronistagmografia.

 
Qual o tratamento das labirintopatias?

Um diagnóstico bem feito vai ajudar na recuperação do paciente.

 Muitas vezes é feito um tratamento sintomático, ou seja, o principal sintoma - que costuma ser a tontura, é tratado.

 Este tratamento também depende da causa e da intensidade deste sintoma. 

É bom lembrar que quando há uma alteração labiríntica, mesmo que definitiva, existe uma compensação central que leva de 2 a 3 meses e o equilíbrio se restabelece se não houver recidivas.

 Portanto, o tratamento sintomático deve ser mantido por esse período após uma crise.

 
Qual médico devo procurar se estou com estes sintomas? Você pode procurar um clínico geral, um otorrino

laringologista ou um neurologista. Caso seja necessário, estes especialistas vão orientar a busca por outros profissionais. 

Eight migrants die every day trying to reach richer countries, study reveals

Research into migrant deaths in Europe shows 22,000 missing, presumed dead, in past 14 years – more than half the global total
Migrants trying to reach more prosperous countries have died at a rate of eight every day for the past 14 years, the majority of them trying to get to Europe, according to the most comprehensive ever tally of migrant deaths.
Almost 40,000 people have died on migrant routes worldwide, according to estimates by the International Organisation for Migration (IOM), which added that 22,000 of them perished trying to get to Europe.
An estimated 4,077 died this year alone, suggesting a sharply escalating problem.
According to the IOM, the true number of fatalities is likely to be even higher than the figures in its report.
The research was undertaken by the IOM over six months for its report Fatal Journeys: Tracking Lives Lost During Migration, published on Monday. It called on governments and the international community to address what it described as “an epidemic of crime and victimisation”.
“Our message is blunt: migrants are dying who need not,” said the IOM’s director general, William Lacy Swing. “It is time to do more than count the number of victims. It is time to engage the world to stop this violence against desperate migrants.”

The disproportionately high death toll in the Mediterranean, the report concludes, “reflects a dramatic increase in the number of migrants trying to reach Europe”, with more than 112,000 irregular migrants detected by Italian authorities in 2014 – almost three times as many as in 2013.
IOM research records that since 2000, nearly 6,000 more migrant deaths occurred along the US-Mexico border and a further 3,000 deaths from Africa’s Sahara desert and the Indian Ocean.
The research behind Fatal Journeys, which runs to more than 200 pages, began with the October 2013 tragedy when more than 400 migrants died in two shipwrecks near the Italian island of Lampedusa.
The report paints a picture characterised too often by international indifference, even over the collection and distribution of the raw data on migrant deaths.
“Although vast sums of money are spent collecting migration and border control data, very few agencies collect and publish data on migrant deaths,” said Frank Laczko, the author of Fatal Journeys, and IOM’s director of migrant research division.

Japanese volcano may erupt again, experts fear

Rescuers suspend plans to recover bodies from near summit as seismic activity increases at Mount Ontake
Increased seismic activity on Tuesday raised concern about the possibility of another eruption at a Japanese volcano where 36 people were killed, forcing rescuers to suspend plans to try to recover at least two dozen bodies still near the summit.
Volcanic tremors rose to a level not seen since Saturday evening, hours after Mount Ontake’s initial large eruption, said Shoji Saito of the Japan Meteorological Agency. The tremor levels were oscillating up and down.
“At this point, anything can happen,” Saito said, though he stopped short of predicting another large eruption.
About 80 to 100 relatives and friends of those who never returned from the summit were waiting for news in a municipal hall in the nearby central Japanese town of Kiso.
Rescuers found five more bodies on Monday, bringing the death toll to 36. They have managed to airlift only 12 bodies off the mountain since the start of the eruption on Saturday because of dangerous conditions.
There were believed to be at least 250 people on the mountain, a popular hiking destination, when it erupted.
How the victims died remains unclear, though experts say it was probably from suffocating ash, falling rocks, toxic gases or some combination of them. Some of the bodies had severe contusions.
Survivors told Japanese media that they were pelted by rocks from the eruption.
Yuji Tsuno, a veteran mountain photographer, was near the summit. After taking pictures of the initial explosion as ash and debris rained down, he quickly took refuge in a nearby hut, he told the TBS TV network.
About 20 minutes later, when the smoke partially subsided, Tsuno rushed out and began his descent. It was a gamble, but he believed it was his only chance, he said.
“I almost thought it was the end of my life,” he said in the interview.
On his way down, he spotted a man heading up. “I told him to go down with me, but he said he had to check on his child up there. I couldn’t stop him,” Tsuno said.
The eruption caught seismologists by surprise. Although somewhat increased seismic activity had been recorded for about two weeks, there were no indications of a major eruption, said Satoshi Deguchi, a Japan Meteorological Agency official in Nagano prefecture. Typical signs, such as increased seismic rattling or underground structural movement, were not detected.
The eruption was the first fatal one in modern times at the 3,067-metre (10,062ft) mountain about 130 miles (210km) west of Tokyo. An eruption occurred in 1979, but no one died.

Judge Holds Argentina in Contempt of Court

The South American country's showdown with the U.S. court continues

A U.S. judge found Argentina to be in civil contempt of court as it continues to defy his rulings that the country repay some $1.6 billion to holdout creditors–largely American hedge funds–before it pays other bondholders, Bloomberg reports.
Most recently, the country has moved to shift control of its structured debt payments to Buenos Aires from New York, despite the judge’s rulings.
U.S. District Judge Thomas Griesa in Manhattan said that move is “illegal and cannot be carried out.”
Griesa did not rule on a penalty, but the holdout creditors have asked him to fine Argentina $50,000 a day until it complies.
Argentina’s Foreign Ministry said on Monday that the contempt ruling undermines “the dignity of foreign states,” according to Bloomberg. “The decision by Judge Griesa has no practical effects beyond providing new elements in the defamation campaign being waged against Argentina by vulture funds.”

Spain Looks to Halt Catalonia Independence Vote

Mas signs decree for non-binding Catalinian independence referendum

Spain’s leader said Monday thathe will ask the country’s Constitutional Court to annul a new law that would allow the semi-autonomous Catalonia region to hold a referendum on independence.
Prime Minister Mariano Rajoy’s move, reported by BBC, follows a decree signed Saturday by Catalonia’s President Artur Mas calling for a Scottish-style referendum on independence to be held on Nov. 9. Spain’s central government quickly denounced the move, and Rajoy called the new Catalan law “anti-democratic” and said the vote “is not compatible with the Spanish constitution.”
Catalonia is home to 7.5 million people and is one of the most wealthy and most industrialized areas in Spain. Pro-independence sentiment in the region has surged in the years following Spain’s economic crisis. On Sept. 19, Catalonian lawmakers voted by a margin of 106 to 28 in favor of authorizing the referendum. Mas believes he can use local laws to hold the regional vote because it would be non-binding. He said“Catalonia wants to speak; it wants to be heard and it wants to vote.”
Rajoy responded by saying “there is no one and nothing that can deprive Spaniards of their constitutional rights” since Spain’s constitution does not allow referendums on sovereignty that don’t include all Spaniards.

Summer Ratings Slump Should Have TV Execs Sweating

Viewing habits are changing, and the industry needs to keep up.

https://reviewed-production.s3.amazonaws.com/article/15960/tv-ratings-hero-schmilblick.jpg

A twenty-something fresh out of grad school, I don't have a cable subscription, I love my Apple TV, I subscribed to the now-defunct Aereo, and I have both Netflix and Amazon Instant Video accounts.
For the longest time, this setup perfectly served my needs. So it was with shock and anger that I watched the Supreme Court strike Aereo down at the behest of broadcasters desperate to preserve the status quo.
Still, Aereo's fall hasn't brought me back into cable's fold. If anything, it's strengthened my resolve to cut the cord. As a result, I haven't been watching much TV this summer. And thanks to all of the available streaming and DVR services, it looks like I'm not alone.

Re/code reports that TV ratings have been falling steadily since April. That's not unusual: Viewership typically drops in the summer months, when networks are showing repeats and reality shows. But it's the year-over-year trends that should have TV execs concerned.
For the month of July, broadcast viewership was down about 3.7 percent and cable viewership dropped 6.8 percent compared to the same period in 2013. And some are forecasting that the erosion will only accelerate next year.
This ongoing change in viewing habits has even prompted FX to stop distributing "live plus same day" ratings numbers. The channel will now only publicize "live+3" ratings—numbers for same-day and time-shifted viewing up to three days after airing.
"Live+7" ratings are also frequently bandied about, though a recent study by Bloomberg Businessweek and marketing firm Ebiquity argued most viewers watch shows within the live+3 period. According to their numbers, the extra four days only provide only small gains.
But while the industry is steadily heading toward global acceptance of ratings models that include time-shifted viewing, advertisers remain skeptical. Viewers who watch DVR'd TV can skip ads, and if networks can claim a larger viewership, ad rates could quickly rise.

Aside from DVR viewership, the other factor in the overall ratings decline is pretty simple: time spent elsewhere.
Peter Kafka of Re/code suggests that we may be spending more time on both streaming services and activities unrelated to TV viewing, like Facebook.
He notes that BTIG Research found Netflix subscribers now watch an average of 103 minutes a day on the service. That's 103 minutes when TV networks (and the advertisers who sustain them) can't count on capturing crucial pairs of eyeballs.
At this point, it's clear that TV advertising needs to get with the times. With live viewership steadily declining, advertisers need to find ways to get their ads in front of modern viewers. How that's going to happen is anyone's guess, but we'd put our money on more prominent product placement.
After all, viewers want to watch shows on their own schedule, not the network's. And one way or another, they're going to do it.

Hong Kong protesters call for leader to reform or resign

hongkong

HONG KONG — Thousands of pro-democracy protesters in Hong Kong remain on the streets for a fourth day Tuesday in an unprecedented show of civil disobedience that may escalate ahead of an ultimatum.
The protest was sparked by anger over China's refusal to allow the open selection of candidates for Hong Kong's leader — called the chief executive — in the city's first democratic election scheduled for 2017.
A statement on Twitter from the Occupy Central civil disobedience movement said it set an Oct. 1 deadline for Leung Chun-ying to meet their demands for genuine democracy or for him to step down as Hong Kong's leader.
The group said it would soon announce new civil disobedience plans if no action was taken to meet demands by Wednesday. Leung said Tuesday China's communist leaders in Beijing would not back down.
Last month, China's government decided that candidates in the city's election must be hand-picked by a committee mostly sympathetic to Beijing's political wishes.
Hong Kong's streets were relatively peaceful early Tuesday, but the territory's Hang Seng stock index tumbled for a second day as protesters blocked streets in the city's business district.


things you need to know Tuesday

1. What's next for Windows? Microsoft holds event today
At an event in San Francisco today, Microsoft is widely expected to preview a first look at the next big iteration of its iconic computer operating system. As a reminder, the company's last big Windows overhaul — 2012's tablet- and touch-friendly, highly graphical Windows 8 — was a dramatic departure from the familiar Windows 7 that preceded it. It left many consumers frustrated over the disappearance of the familiar Start button and desktop. Whatever they reveal at the 1 p.m. ET event, @NanSanFran will be there covering it live.
2. Hunt for MH370 resumes Tuesday
Armed with new three-dimensional maps of the southern Indian Ocean floor, search vessels will focus on a 350-nautical-mile-long stretch of seabed for the Malaysia Airlines jet that vanished in March without a trace. Two ships will deploy sonar and submersibles 16,000 feet deep to scan the "priority" section of "the 7th arc," where the Boeing 777 with 239 people aboard may have run out of fuel and crashed. The location, several hundred miles off Western Australia, is based on the jet's final satellite communication, its performance and the projected descent.
3. FCC votes tomorrow on NFL blackout rules
For much of the past four decades, when an NFL game failed to sell out at least 72 hours in advance of kickoff, the local broadcast could be "blacked out," preventing fans from viewing their local team on TV. In 2012, the NFL relaxed the rule, but it remains largely in tact. Today, that rule gets a vote. Tom Wheeler, chairman of the Federal Communications Commission, says the rule makes no sense. The vote is scheduled to take place at 10:30 a.m. ET.
4. U.S. to sign deal to keep 10,000 troops in Afghanistan
The United States and Afghanistan will sign a long-delayed security agreement todaythat will allow about 9,800 American troops to remain in the country past this year. What caused the delay? Former Afghanistan President Hamid Karzai had refused to sign. Karzai had complained about U.S. airstrikes that have killed Afghan civilians and U.S. overtures to the Taliban. Currently there are about 24,000 U.S. troops in Afghanistan, down from a peak of about 100,000 in 2010 and 2011. Under the plan the number of U.S. forces would be reduced by more than half in 2015 and then removed entirely by 2017.
5. Probe of fence-jumping incident at the White House continues
Secret Service Director Julia Pierson is slated to testify Tuesday before the House Oversight and Government Reform Committee on the heels of Monday's Washington Post report that an armed intruder made it deeper inside the executive mansion than previously disclosed. Pierson is expected to address the Omar Gonzalez incident, as well as a 2011 shooting incident that the Secret Service failed to recognize as an attack on the White House for days until discovering damage left by multiple rounds fired by a high-powered rifle, according to another report by the Post.
Bonus! Thousands of pro-democracy protesters in Hong Kong remain on the streets for a fourth day Tuesday in an unprecedented show of civil disobedience that may escalate ahead of an ultimatum.

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