Friday, January 4, 2019

                     

Trump insists on wall and says 'ready' for long standstill


US President Donald Trump has tilted his bill to erect a wall on the Mexican border, warning that he is "prepared" for the budget cut that began two weeks ago to extend for several months, including more than a year.
The president welcomed House Speaker Nancy Pelosi and Senate minority leader Chuck Schumer on Friday to find a solution to the budget shutdown, a day after the inauguration of the new Congress in Washington .
At a news conference, Trump described the negotiations as "very, very productive", although the opposition has a less optimistic account of the meeting.
The US president described the construction of the wall on the southern border as a matter of "national security," and said a deal with the opposition would be possible.
"We can get it through a negotiation process, let's try," he said.
He confirmed, however, statements made at the end of the meeting by Chuck Schumer, that the president said that the federal government's shutdown could last for a long time, months or even years.
"Yeah, I said that," Trump said. "I do not think it will, but I'm prepared" for that, he said.
Negotiations on the government shutdown, an element of powerful pressure on US policy, are also a communication war, in which each party tries to hold the other accountable for the shutdown, which affects about 800,000 civil servants forced to take leave without to receive salary.
 
From Thursday, with the inauguration of the new US Congress, Trump began to live in a new political landscape: Republicans retain control of the Senate, but Democrats have regained the House of Representatives, with Nancy Pelosi as the main spokeswoman of the opposition.
"We're not going to build a wall," Pelosi said on Thursday. "It's an old-fashioned way of thinking, it's not profitable," he said, arguing that money would be better invested in security technology like drones and cameras and hiring more border agents.
The main obstacle is the US president's demand for an investment of more than $ 5 billion for the construction of the wall, one of his main campaign promises.
In recent days, the possibility of an agreement on another issue related to immigration has been raised: the regulation of the situation of the dreamers, the immigrants who arrived in the United States as children, accompanied by their parents.
Under the administration of former President Barack Obama, a program was launched that protected from deportation and issued permits to work and to take driver's licenses to 700,000 enrolled dreamers.
This program, called Deferred Action for Child Arrivals (DACA), was suppressed by Trump in September 2017, and has since been the subject of a court dispute that is likely to reach the Supreme Court.
At the news conference, Trump said a deal on the matter is not the order of the day.
"Let's talk some other time," the president said.
 The battle over the wall also sets the tone for how the next years of government will be for Trump, who, after commencing his unopposed term in Congress, now faces a House of Representatives that may thwart his plans and still has the power to launch investigations.
This fall of arm is also clearly aimed at establishing a relationship of forces aiming at the presidential campaign of 2020.
Some of the new lawmakers who arrived Thursday in Washington have already filed appeals to initiate an impeachment lawsuit against Trump, but so far Pelosi has been cautious and said he was unwilling to activate this procedure.
"How could they remove a president who managed to win perhaps the most important election of all time, who did nothing wrong (there was no collusion with Russia, it was the Democrats who did it)?" Trump wrote on Twitter.

                    Coronel Ustra, o líder das torturas na ditadura militar
                   

Nascido em Santa Maria, RS, Ustra teve uma carreira militar inicialmente discreta. Pacato, enquanto os colegas oficiais se envolveram ativamente nos bastidores políticos a partir do fim da ditadura de Getúlio Vargas, em 1945, ele não se meteu em conspirações ou casos polêmicos até o endurecimento do regime militar, em 1968.
Ustra chamou atenção no Exército com textos em que defendia o trabalho de contrainteligência para impedir que o país virasse uma ditadura socialista. Com o aumento das ações de guerrilheiros, que faziam atentados desde 1966, o regime organizou uma resistência. Ustra, então major, foi um dos selecionados.
A resistência começou com o centro de investigações conhecido como Operação Bandeirante (Oban). Criada em São Paulo, em 1969, a Oban torturava dissidentes para obter informações sobre os colegas militantes. A um dos presos, frei Tito, Ustra disse, em 1970: “Você vai conhecer a sucursal do inferno”.
O sucesso da Oban fez o governo criar o Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (Doi-Codi). Com sede nas principais capitais, ele tinha celas de detenção e salas de interrogatório – e de tortura. Ustra comandou o Doi-Codi de São Paulo entre 1970 e 1974 e era chamado de “doutor Tibiriçá” (não se sabe por quê).
O trabalho sujo, como espancamentos, choques e afogamentos, cabia aos gorilas (policiais e militares que demonstravam prazer em agredir os prisioneiros). Envolvido no dia a dia da operação, Ustra cumpria um papel de chefia: instruía os agentes de campo e os torturadores para focarem na caça aos opositores do regime militar.
Ustra não acompanhava todas as torturas. Aparecia do nada em casos difíceis para fazer os “passeios” que lhe deram fama: abraçava o detento e o levava a uma sala, onde havia o corpo de um militante. “Se você não falar, vai acabar assim”, dizia. Ele chegou a espancar uma grávida e, certa vez, levou filhos para ver uma mãe torturada.
Um problema era o que fazer com os corpos. No DOI-Codi paulistano, foram 47 mortos oficialmente, mas a Comissão da Verdade, que investigou os abusos da ditadura, calcula que o escritório matou 502 pessoas. Nas décadas de 1990 e 2000, Ustra foi processado várias vezes por ocultar cadáveres, especialmente em valas comuns do cemitério de Perus, na capital paulista.
Outra estratégia era o atropelamento forjado: os agentes diziam que o guerrilheiro estava fugindo quando foi atingido. Muitas vezes, nem precisavam atropelar de verdade o corpo da vítima, porque ela já estava machucada demais. Em outras ocasiões, as Kombis e os Fuscas dos agentes eram usados para acertar os cadáveres.
Segundo a Comissão da Verdade, ele também utilizou eletrochoque e palmatórias no Doi-Codi. Saiu de lá em 1974 e se tornou instrutor da Escola Nacional de Informações (EsNI), em Brasília, onde escreveu uma cartilha que pregava o uso de “interrogatórios com mais rigor”. Também se envolveu com maus-tratos a presos na Fazendinha, centro de tortura secreto em Alagoinhas, BA.
Em 1978, Ustra foi destacado para São Leopoldo, RS. Quando o regime militar acabou, virou adido militar em Montevidéu. Em 1985, durante a visita do presidente José Sarney ao Uruguai, foi reconhecido pela atriz Bete Mendes. Deputada federal na época, ela disse ter sido torturada pelo coronel. Com o escândado, Ustra foi aposentado.

                  O que é a Lei Rouanet -  Como ela funciona

                      Entenda como funciona a Lei do Incentivo à Cultura, criada em 1991, e também as principais críticas e elogios que ela recebe
            É o nome popular dado à Lei de Incentivo à Cultura, em vigor desde 1991. O “apelido” se refere ao secretário de Cultura na época em que foi sancionada, Sérgio Paulo Rouanet.
Ela prevê três formas de financiamento para eventos ou obras: o mecenato, o Fundo Nacional de Cultura e o Fundo de Investimento Cultural e Artístico (mas este último não saiu do papel). A maior parte dos recursos disponibilizados provém do mecenato, em que pessoas e empresas atuam como patrocinadores (“mecenas”) ao investirem em atividades culturais, como exposições, festivais de música e produção de livros.
Em troca, os mecenas podem deduzir esse valor do Imposto de Renda. Pessoas comuns podem abater até 6% do IR com esse recurso. Para empresas, o limite é 4%. Com isso, o governo deixa de receber cerca de R$ 1,7 bilhão por ano. Pode até parecer muito, mas a renúncia fiscal em outros setores é muito maior – na área de comércios e serviços, a isenção de taxas chega a R$ 77,3 bilhões por ano.

Second Week of Congressional Hearings Increases Pressure on Trump US President Donald Trump faces the threat of further testimony that ...