Thursday, October 31, 2013

Nos Estados Unidos nao se joga nada no chao...nada...nadinha mesmo...entao veja este conteudo...pura verdade


Nos Estados Unidos nao se joga nada no chao...nada...nadinha mesmo...entao veja este conteudo...pura verdade
  Com certeza lixo no chao pode significar uma multa de 500 dolares, no barato alem de ter o status de leproso social..Nas estradas nem pensar..Duas coisas apenas podem voar da janela de um veiculo em movimento..agua e pena de galinha...Nao me pergunte porque nao estou brincando..pelo menos foi o que um policial me falou certa vez que joguei um pauzinho de picole pela janela do carro..
    Me impressionava quando morava em Washington que o caminhao de lixo passa uma vez por semana, pontualmente pela manha eu ateh poderia acertar meu relogio com a chegada do caminhao de lixo a minha porta...sempre pontualmnete as 7.32hs de toda manha de segunda feira.
 Parecia um caminhao um equipamento que vinha do filme Mad Max com aquelas maquinas incriveis..Voce nao pode jogar fora tintas, oleo de carro, solventes nem outros produtos quimicos. Sacos de folhagem com galhos protuberantes tambem nao serao rebolhidos..e qualquer coisa que pese mais de 50 libras o equivalente a 80 quilos tambem vai ficar na calcada porque eles nao levam..
  Em compensacao que felicidade o lixo alheio….joga se fora discos de vinel..cds...dvds...tvs ateh flat ..microondas..maquinas de lavar..de secar...poltronas…  maquinas de expresso.geladeiras.ateh carros..vc pode encontrar no lixo…
  Tudo que pode ser substituido por um preco razoavel - por exemplo  o liquidificador novo custa menos que um copo quebrado do liquificador que tinha em casa..entao vai mesmo para o lixo…
       
Entao posso confirmar o que diz a lenda….nao existe nada mais rico que o dos Estados Unidos…..

 

VOCE QUE PRETENDE AGORA AO FINAL DO ANO FAZER UMA VIAGEM DE FERIAS PARA  ESTADOS UNIDOS -ALGUMAS DIGAS….SAIBA TUDO SOBRE XINGAMENTO


   Nao se xinga em publico nos Estados Unidos...Em teoria eh claro

            mas acontece  

A teoria alias condena ao ostracismo social nao apenas quem usar aquelas coloridas palavras com que gostamos de pontuar nossas frases, mas qualquer mencao ainda que fugaz e desimportante.    
   Isso levou a criacao da mais idiotica colecao de eufemismos jah reunidos sob o pretexto do bom convivio social - o americano parece acreditar que as palavras tem poder absoluto, e que, ao mudar as palavras, mudam tambem as coisas que elas significam.
   Entao vamos as dicas...se voce quizer dizer   Gracas a Deus  - no sentido de    ainda bem   - nao diga  Thanks God, mas  Thanks Gosh -
que Diabo ou  What the hell   vira   What the heck   -  a boa e velha   Shit  a nossa querida   merda    eh mais bem aceita como    Shoot.

         Eh claro que os xingamentos mais cabeludos e interessantes nao tem substituto socialmente correto...O nosso   foda se que eh o
Fuck you  - pode no maximo ser apenas soletrato...entao eles dizem
f-u-c-k  - ou entao eh somente sugerido..entao eles dizem a palavra q comeca com F….em nome das boas maneiras.
        Os dirigidos as mulheres esse tema curiosamente constante das ofensas universais.no caso elas podem ser   bitches   - literalmente   cadelas   ou   Hos   a abreviacao fonetica de Whores normalmente conhecidas de prostitutas….Um filha da puta serah entao um   son of bitch.  Contudo num alto semantico dos mais peculiares um grandessissimo filho da puta    merecerah ser chamado significamente de   cu    asshole.
    E tambem existe o   motherfucker  - o xingamento mais interessante da colecao..que pode significar tanto um filho da puta  hors-concours quanto um cara legal….Entao passando somente o basico o que realmente precisa saber com relacao aos xingamentos americanos….
               Boa viagem e aproveite sua proxima viagem aos
Estados Unidos….

 

Wednesday, October 30, 2013

OS GENERICOS SAO COPIAS IDENTICAS E O CLONE E O XEROX O QUE SAO

                                ACOMPANHE MINHA EXPERIENCIA
Sem muito para fazer hoje durante o dia..resolvi conhecer um pouco mais um ponto marcante para compras aqui no Rio de Janeiro..A famosa Rua Uruguaiana  ou mercado popular ou mesmo o antigo camelodromo que hoje tem como principal caracteristica ter abrigado todos os chamados camelos do Rio...deixou de ser uma atividade marginalizada para se tornarem mais organizadas e muitos se classificam de micros empresarios
 Mas com toda a revolucao comercial se assim podemos chamar ainda mantem o famoso bla bla bla...que tambem chamamos  de( papo de camelo)   para anunciar e vender seus produtos
 Resolvi fazer uma pesquisa  para tentar encontrar uma bateria para um celular Android HTC...no primeiro box...sim chamam de box ..assim mesmo...o local que eu achava que poderia ser chamada de loja..mas talvez pelo tamanho porque sao pequenas algumas cabem somente um funcionario...mas voltando a minha pesquisa  perguntei ao vendedor se ele conhecia o tipo de bateria que eu estava procurando...ele me falou que nao tinha..mas como eles sabem de tudo um pouco..me indicou um outro box que com certeza eu poderia encontrar a bateria...achei isso  formidavel ..porque normalmente em condicoes normais ninguem informa nada a respeito do concorrente..preferem dizer  que nao vamos encontrar em nenhum local..entao chegando no box indicado ..mais uma vez solicitei pelo modelo da bateria que eu procurava...o vendedor disse que tinha...funcionou no meu aparelho por minutos e logo descarregou...perguntei mas porque tao rapida ficou sem carga...o vendedor como  todo o profissionalismo me falou que nao tinha a original...mas sim uma GENERICA….
 Bem pensei baixinho...conheco este tipo de opcao quando vou comprar medicamentos em farmacia...mas com certeza agora vai sendo usado em outros produtos…
        Entao educadamente agradeci informando que faria outras tentativas para encontrar uma bateria original….
Ele rindo me desejou boa sorte...na minha peregrinacao..encontrei   um box de bebidas….olhei um chivas  regal...meu wiskey predileto..o vendedor foi logo afirmando sem qualquer tipo de pergunta...que se tratava de um produto GENERICO ...desta vez o sorriso foi meu…..agradeci...ele tambem me desejou boa sorte…mas uma coisa me surpreendeu….encontrei de tudo tive uma sensacao que estava no Wall Mart tamanha a diversificacao de produtos..
         Finalmente parei em um box para tomar um suco, como sempre o Outono no Rio eh muito calor uma observacao o inverno tambem..mas deixa isso pra lah…Finalmente tempo de encerrar minha busca entao..Solicitei um suco de frutas a uma vendedora ela percebeu meu olhar bem discreto porque ela usava um decote bem ousado e fica dificil para qualquer ser mortal  nao ter a atencao desviada para um cenario imperdivel….
       Entao com aquele sorriso de todos os vendedores da Rua Uruguaiana..ela murmurou…  NAO SAO GENERICOS…
                                                                  By Lee Costa

Aeroporto de Congonhas-SP  uma, duas, várias vergonhas – mas e o Aeroporto do RJ vamos comparar.....que susto passa raspando no telhado.

Ao ser inaugurado, em agosto de 1934, Congonhas era considerado um modelo de “obra aeroviária”. Como todo bom aeroporto que se preza, também ficava a alguns minutos da cidade. Cedo, porém, os executivos paulistas, sempre muito atarefados, começaram a reclamar que não podiam perder esses minutos entre a cidade e o aeroporto.

- O senhor compreende – queixou-se um executivo a uma autoridade da época – esse percurso nos rouba um precioso tempo. Será que não dá pra chegar a cidade um pouquinho mais para perto do aeroporto?

A autoridade fez um ar de indignação e exclamou que a proposta “era um absurdo”; mas como São Paulo não pode parar – e não pode parar nem pra pensar – não tomou nenhuma providência. A cidade então foi se aproximando, já ajudada pela população em geral, que desde o início se amarrou em fazer programa no aeroporto. Várias famílias inclusive venderam suas casas de campo e compraram ou­tras em Congonhas para poderem passar um fim de semana mais tranqüilo no aeroporto. A cidade continuou sorratei­ramente se aproximando, se aproximando, pegou as autori­dades distraídas e de repente fez o que os índios fazem com as diligências nos bangue-bangues americanos: cercou o aeroporto.

Hoje, os aviões sobem e descem passando a dois palmos dos telhados das casas e, enquanto outros locais da cidade exaltam suas pracinhas, igrejas, monumentos, lagos, residên­cias, Congonhas se vangloria de ser o único bairro metropo­litano em todo o mundo que possui um aeroporto interna­cional na esquina de suas ruas.

O Aeroporto de Congonhas é um digno exemplo do milagre brasileiro. O aeroporto está condenado desde o congresso brasileiro aeronáutico, realizado em 1958. Sua pista prin­cipal tem 1 mil 867 metros e não oferece os padrões de segurança necessários às operações com jatos. Para vocês terem uma idéia: um Boeing-727 necessita de 3 quilômetros de pista para aterrissar ou decolar. E não é muito raro se ver um avião, ao pousar, abrir os pára-quedas, para não varar a pista e sair lá pela Avenida Rubem Berta. Ano passado, um turboélice errou nas contas, atravessou a pista e foi bater num poste na Avenida Jabaquara, causando o maior congestionamento no trânsito. A perícia demorou três horas para chegar (o que não é muito: para os carros demora duas horas) e entre outras coisas concluiu que a empresa deveria pagar uma multa ao Detran.

- Mas – indagou o funcionário da empresa – multa por quê?

- Por avanço de sinal, é claro – disse o perito. ­Várias testemunhas afirmaram que o sinal estava fechado para o seu avião.

E o pior, meus amigos, é que as pistas de Congonhas não podem ser aumentadas, sob pena de se misturarem com as ruas. Já se pensou na solução dos viadutos. São Paulo seria a primeira cidade do mundo a ter uma pista de pouso em cima de um viaduto. Depois, porém, chegou-se à con­clusão de que, pelo tamanho, seria muito oneroso: para satisfazer aos jumbos a pista do aeroporto teria que começar mais ou menos na Praça da República.

Vivendo anos debaixo do ruído permanente das aero­naves, os. moradores de Congonhas, aos poucos, foram modificando seus hábitos, seus costumes, seus encontros:

- Eu queria dar um pulinho aí para lhe ver – disse uma amiga da tia do Aristides, falando pelo telefone.

- Venha mesmo – respondeu a tia – que nós pre­cisamos conversar.

- E qual é a melhor hora pra você? Ah, venha depois do Boeing das oito.

As janelas das casas, por exemplo, só tem a armação.

Os vidros foram dispensados em 1958, quando chegou o primeiro jato. Sempre que levantava vôo, o jato quebrava todas as vidraças do bairro. Os espelhos, para não estilha­çarem, já são comprados aos cacos. As antenas de televisão são subterrâneas. Uma vez, um Lockheed calculou mal a descida e aterrissou com 11 antenas de televisão espetadas no bojo. Apesar de todas as precauções dos moradores, às vezes ocorrem certos imprevistos. Não faz muito tempo, um Jumbo passou tão baixo que arrastou as roupas que estavam estendidas num quintal. A dona da casa teve que ir recla­mar no balcão da companhia:

- Boa tarde – disse ela – eu vim buscar minhas roupas que vieram nesse Jumbo que acabou de descer.

- Pois não – falou a recepcionista – qual é o número de sua mala?

- Não. Elas não estavam na mala.

- Não? – voltou a moça. – Estavam onde, então?

- Estavam no varal lá de casa.

Ninguém no bairro usa relógio. Todos se orientam pelos vôos. Na casa da tia do Aristides a família acorda às 6h43m quando passa a Tam prefixo PP-PTB; toma banho às l0h29m, na passagem do Boeing-747; almoça às 12h43m com o Gol. Aristides, que passou uns dias em Congonhas, ficou impressionado com a tarimba da tia. Um dia acordou e perguntou a ela como estava o tempo lá fora.

- Nublado.

- Mas como é que a senhora sabe, se nem olhou? Nem precisa. Tem um YS-11 há meia-hora roncando aqui em cima. Não há teto para descer.

Em Congonhas, entretanto, corre-se o risco de dormir na cama e acordar na poltrona de um DC-10. Uma vizinha da tia de Aristides conta que uma noite bateram na sua casa às quatro horas da manhã. Ela se levantou e quando abriu a porta deu de cara com um Boeing. Mais desagradável, porém, do que ver um Boeing entrando pela sala sem ser chamado são os problemas causados pela poluição sonora. São 300 decolagens ou aterrissagens por dia, o que dá em média um ronco de avião a cada quatro minutos. Como o ruído dos jatos alcança 140 decibéis – o ouvido humano suporta sem danos 85 – conclui-se que os moradores de Congonhas em matéria de barulho são vice-campeões mundiais. Só perdem mesmo para os moradores do Cabo Ken­nedy, onde os foguetes espaciais decolam a 180 décibéis. Segundo um trabalho da UNESCO, o maior consumo de algodão em todo o mundo é no bairro de Congonhas.


- E o pessoal aqui do bairro normalmente dorme bem? – perguntou o entrevistador.

- Dorme.

- Ninguém tem insônia?

- Às vezes. Um ou outro.

- E quando não se consegue dormir – voltou o en­trevistador – que é que vocês fazem? Contam carneirinhos?

- Não senhor. Contar carneirinho é coisa do passado.

- Também acho – concordou o entrevistador. ­Que fazem, então?

- Contamos aviões.


Mas afinal, perguntarão vocês, por que essa conversa toda sobre o aeroporto de São Paulo, se nós moramos no Rio? Porque parece que agora as coisas vão mudar. Reconhecendo que o ruído dos aviões vem criando graves problemas para os moradores de Congonhas, as autoridades resolveram interditar os vôos das 22 às 6 horas da manhã, para que o pessoal possa dormir mais um pouco.

- Mas por que só em Congonhas? – perguntou um carioca. – E o pessoal da Ilha do Governador?

- Bem – respondeu um funcionário do DAC – o pessoal da Ilha tem que esperar. Afinal, não pode dormir todo mundo ao mesmo tempo.

E eu fico aqui pensando, irmãos, que isso, e muito mais que não contei, acontece exatamente na terra do pai da avia­ção. Como não estaríamos, então, se isso fosse apenas a terra de um primo da aviação?
                                                         By Carlos Eduardo

Tuesday, October 29, 2013

O PRIMEIRO ASSALTO NO RIO DE JANEIRO...IMPERDIVEL.....

                            
Eu sabia que mas cedo ou mas tarde chegaria a minha vez. Existem coisa inevitaveis a um cidadão de classe media da Zona Sul do Rio de Janeiro. Uma delas é pagar imposto. A outra é ser assaltado. Até que resisti muito. Conheço historia de garotos que sofreram o primeito assalto antes da primeira comunhão.
Vinha me preparando durante todos esses anos,com a disciplina de um maratonista,para enfrentar o primeiro assalto. O primeiro assalto é algo tão importante na vida das pessoas quanto o primeiro beijo ou o primeiro amor. Treinei duro, fazendo caras diante do espelho,decorando frases aperfeiçoando a expressão corporal. Nas reuniões socias, ouvia atentamente as narrativas dos assaltados. Ás vezes, devo dizer, ficava meio deprimido por que todas as pessoas que conheço ja tinha sido assaltadas, enquanto eu continuava circulando impunimente ha mas de 40 anos pelas ruas e vielas da cidade. Por que essa discriminação? Tenho cara de quem ganha salario mínimo?
Enfim, aconteceuna porta da garagem do meu predio. Sempre ouvi isso nas iincontaveis historia sobre assaltos a edifícios, que os ladrões são rapazes brozeados, elegantes, terno e gravada, bem falantes e desembaraçados como vendedor de enciclopédia. Ao olhar pro meu primeiro assaltante, confesso que senti uma pontinha de frustração. Era um tipo magro abatido, com os dentes em pessímo estado e vestido como se fosse para um arraial de são joão. Ainda por cima, era gago.
Devia ser oito e meia da noite quando cheguei com Eliane à porta da garagem. Saltei toquei a campainha e voltei ao carro, aguardando o porteiro. Foi nesse instante que ele apareceu. Uma forte emoção mim subiu pelo corpo. Tratava-se afinal de um momento ansiosamentr esperado, por muitos e muitos anos. Aproximou-se da minha janela, exibiu seu 38 e anuciou:
_ Isso é um... é um as..ass..asss...
_ Assalto? _ antecipei-me, nervoso com a aquele suspense.
_ É isso aí! Vai-vai pás... sando as jô-jó...jô-jó...
_ jô-jó? Não sei o que é..._ fiz-me de desentendido, procurando ganhar tempo até a chegada do porteiro.
_ Você sa... sa-sa... sa-sa...
_ Sassassaricando!?
Lembrei-me dos meus tempos de jogar mímica.
Ele deu o com o cano meu ombro, irritado, mas sem nenhuma autoridade. Tinha um comportamento de amador. Eu estava mais preparado para ser assaltado do que ele para assaltar. Sem duvida era um novato no ramo. Talvez estivéssemos participando, ambos, do primeiro assalto.
_ Quero o ouro _ disse, muito trêmulo
_ Tudo bem. você terá... _procurei acalma-lo._ fique tranquilo.
_ quem disse que não to tranq.. tranks... calmo?
Quando Eliane começou a tirar as pulserinha, o porteito abriu a porta da garagem com grande estardalhaço ( a porta esta meio emperrada, raspando no chão). O assaltante meteu o revólver na cintura e partiu para cima do porteiro, empurrando-o contra a parede.
_ Você fi...fi...fi-ficai!
_ O porteiro sem saber do que se tratava reagiu agressivo:
_ Fico aqui por que,pô? 
Os dois começaram a discutir na frente do meu carro. Eliane sugeriu que déssemos à marcha ré a proveitando a distração do ladrão e fossemos chamar a PM.
_ Negativo _ respondi_ venho mim preparando há muitos anos para esse momento. Agora quero saber como vai acabar.
_ Que loucura! quer dizer que você quer ser assaltado?
_ Quero. Você não sabe que tenho um problema de rejeição com relação a assaltos? Se nos sairmos daqui, quem vai ser assaltado é o porteiro. Ele não vai me roubar a cena. este assalto é meu! 
_ Recuperamos a tranquilidade e volramos a conversa[...]. À nossa frente, menos de um metro, o porteiro e o assaltante continuavam num bate-boca como se discutisse a constituinte.
_ Fi-ficaí encostado na pa-pa... pa-pa... pa-rede, que eu to mandando!
_ Qualé, cara! _ retrucou o porteiro._ Quem é vc pra mandar em mim?
Botei o farou alto em cima dos dois pra ver melhor a cena.
Quando meu assaltante revelou sua atividade, nem o porteiro acreditou. Sorriu com o conto do lábios naquela expressão de descrença. Aí, juro, o assaltante teve uma reação inesperada: Virou-se para mim e pediu minha confirmação.
_ So- sou ou não so-sou?
_ Pedi licença a Eliane, interrompi a conversa, botei a cabeça pra fora do carro e falei com o porteiro:
_ É isso aí. Ele é um assaltante! ( Meu assaltante, pensei.).
O ladão levantou a fralda da camisa sempre desajeitado, e mostrou o ''documento'' na cintura. O porteiro mudou de cor e se jogou de costas, braços abertos contra a parede. O assaltante tornou a empunhar a arma e voltou á minha janela com uma pergunta que contando parece mentira.
_ Onde é que nó-nó... nó nós estávamos?
_ Bem, se não mim engano, falávamos sobre o problema da serra pelada:
_ De... o que?
_ Ouro! Toma logo minha pulseiras _ Disse Eliane, nervosa, querendo acabar com aquilo.
No momento em que o assaltante ia metendo a mão pela janela, parou um fusca ao meu lado, cheio de gatões e gatinhas. buzinando para alguém no prédio. O assaltante recuou o braço, assustado com aquela persença inesperada. Assustou-se mas ainda com as cabeças que apareceram nas janelas. Um pouco apertado entre os dois carros, fez um gesto brusco e saio correndo ladeira abaixo. Antes, ainda pude ouvi-lo reclamar: '' Pronto, estragou tudo!''. No gesto, esbarrou no espelho retrovisor e deixou cair a arma. Apanhei-a e levei-a para casa, sem saber sem saber se ficava triste ou alegre com o resultado da experiência. Meu primeiro assalto foi mas proveitoso que poderia imagina: Rendeu uma cronica e um 38. Se é que foi um assalto. Como se chama o delito penal quando a assaltado sai no lucro?
                                                                 By Carlos Eduardo

                                                          COMO RESOLVER O PROBLEMA

                                                               

O Brasil se tornou e deve continuar a ser, mesmo que por algum tempo, o paraíso para a divulgação de notícias falsas na internet. Poderia ser engraçado, não fossem as vítimas. E justamente por denegrir imagens, é bem provável que a indústria da boataria ganhe ainda mais força no ano que vem, por conta das eleições presidenciais.
A vítima mais recente foi a secretária Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, que teria defendido aquele assaltante que roubou uma moto e foi baleado – cena gravada em vídeo e viralizada na internet. Mas a lista de histórias semelhantes é extensa. A notória Suzane Von Richthofen teria virado evangélica e saído da cadeia. Com a ajuda do deputado-pastor Marco Feliciano, a jovem condenada por matar os pais seria agora presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.
Marta Suplicy, à frente do Ministério da Cultura, teria assinado um cheque de R$ 4 milhões para criar o Memorial do Funk e um monumento ao derrière das funkeiras. O cacique Raoni teria desabado no choro ao ver que o governo continuaria a construir a Usina de Belo Monte.
O sucesso desses boatos certamente está relacionado com a força das ideologias e dos preconceitos. Quem acha que “bandido bom é bandido morto” tem predisposição a acreditar que a “turma dos direitos humanos” vai aprontar mais uma. Assim como quem odeia este ou aquele partido político também está mais propenso a se deixar enganar por notícias que confirmem suas paixões.
Mas, no Brasil, existe outro fator que favorece esse fenômeno. Aqui, a leitura de jornais e revistas sempre foi muito restrita – e apesar disso, ou talvez justamente por isso, a mídia impressa sempre desfrutou de grande prestígio. Não é à toa que campanhas políticas na televisão sempre utilizam imagens de jornais e revistas para fortalecer suas afirmações. Se está escrito, é verdade – uma tradição que guarda óbvia relação com os livros sagrados.
Com a popularização da internet e, sobretudo, do Facebook, o hábito da leitura se difundiu rapidamente. Hoje, 50 milhões de brasileiros acessam o Facebook todo santo dia! Sem muita experiência em discernir o verdadeiro do falso, os novos leitores formam um terreno fértil para a proliferação da boataria – que invariavelmente vem embrulhada em forma de jornal, revista ou site de notícias.
Do outro lado, há dois tipos distintos de boateiros. Um faz isso como diversão, só para ver suas invenções se espalharem, como no caso da mulher que teria engolido o celular para esconder a mensagem do amante; já o outro utiliza esse recurso para destruir adversários. É essa segunda vertente que deve jogar pesado nas eleições do próximo ano.
Como resolver o problema? Chamar a polícia e punir os culpados pode até fazer parte da solução. Mas o que vai resolver mesmo é a experiência. Com o tempo, as pessoas vão aprender a distinguir as boas fontes e a evitar o engano involuntário.
Teremos uma população muito mais descrente na notícia escrita – mas isso não é de todo ruim.
                                                                   by Demetrius Paparonius

Monday, October 28, 2013

Meu filho me bloqueou no Facebook

Vetados nas redes sociais dos filhos, pais tentam contornar a situação e zelar pela segurança dos adolescentes. Que tal criar regras a serem seguidas por todos na família?

                                   Achei este conteudo super interessante e vou compartilhar..
                                              
Isso não aconteceu comigo. Minhas filhas são pequenas demais para fazer parte de rede social. Mas sei que esse fenômeno de ser bloqueado pelos filhos tem atingido as melhores famílias. Conheço várias vítimas. Uma delas, Larissa, compartilhou seu espanto no próprio Facebook. "Que golpe!", reclamou minha amiga, conseguindo de volta reações que foram da gargalhada histérica (KKKKKKK) ao riso contido (rsrs). Apareceram também ótimas teses e inspiradas consolações. Compartilho algumas.
"É assim mesmo".
"Menina crescendo".
"Depois de uma certa idade ela te aceita de volta".
"Eu já fui aceita de volta".
"Pede pro Obama vigiar".
"Corta a mesada".
Houve também os pais solidários com a preocupação silenciosa por trás da denúncia da mãe injustiçada.
"Deixa que eu tomo conta! Sempre olho o Face dos filhos dos amigos".
Essa atitude dos filhos, muito comum ali entre a adolescência e a juventude, tem várias explicações, mas a tese de que os jovens querem se precaver contra "micos" imperou no debate.
"Fiz um acordo com o meu filho. Estou entre os amigos mas proibida de fazer qualquer comentário, postar fotos ou qualquer coisa que possa ser considerada mico. Coisas da vida", disse uma das debatedoras no post da Larissa.
Outra deixou uma dica interessante: "evite postar coisas sobre ela usando o termo "filhotinha" porque é mico".
Pais são pagadores de mico em potencial sob a impiedosa ótica adolescente. Fato. Para além das gracinhas, a exposição de nossos filhos nas redes sociais é um tema preocupante. Ser amiga ou seguidora deles é uma forma de vigiar para saber se estão fazendo bom uso da rede. Larissa me deu um depoimento bem honesto sobre o sentimento que essa situação gerou.
"Quando vi que minha filha recém-entrada na adolescência não era mais minha amiga no Facebook, fiquei desconcertada. Como assim não me quer? O que ela não quer que eu saiba? Comentei a história na minha timeline e ouvi os conselhos mais variados. Uns diziam pra eu deixar pra lá, que era normal, outros que eu não podia aceitar a situação, houve quem levantasse a hipótese dela estar namorando. Fiquei lendo e pensando, pensando e lendo, e resolvi mandar novo pedido de amizade. Meu primeiro impulso tinha sido impor meu retorno na marra, mas depois de deixar a poeira baixar resolvi pegar leve na abordagem. Quando ela chegou em casa, reclamei sem muito estardalhaço para ver o que ela ia dizer: “poxa, filha, por que você me excluiu?”. Então ela disse que foi sem querer, que estava mexendo numas configurações (provavelmente para evitar que eu visse alguma coisa...), mas deve ter se sensibilizado com minha cara de mãe ferida e prometeu me adicionar de novo. Eu ia puxar papo sério e dizer que ela ainda é muito nova, que eu não podia deixá-la solta, que a internet é cheia de perigos etc. e tal, mas senti que ela já sabia de tudo o que eu ia dizer (tudo já dito outras tantas vezes) e talvez até concordasse. Então ficamos assim: ela pediu desculpas e eu aceitei. Ela disse que foi sem querer e eu quis acreditar. Agora que somos amigas novamente, confesso que ando evitando curtir e comentar o que ela posta, para ela se esquecer que tô por ali. Foi conselho de amigos do Face, um ótimo divã desses novos tempos". 
>> Outras colunas de Isabel Clemente
Para quem nasceu nesse ambiente onde tudo acontece online, festas são combinadas e informações trocadas, pode parecer deslocado nosso excesso de zelo. Só que não.
Diálogos numa rede social são coletivos e o julgamento, imediato. Há mal entendidos. Situações de menor importância são amplificadas. Você pode ter um ótimo português e dominar a pontuação como ninguém e não estará livre de ser mal interpretado em episódios que podem ser devastadores para uma pessoa em formação. Mesmo gente com personalidade estabelecida perde a linha e a chance de ficar calada em 140 caracteres. Impropérios e outras reações descontroladas povoam para sempre o Twitter de celebridades, autoridades e anônimos. Nem todo mundo se dá conta de apagar a tempo a besteira que postou. Você tampouco controla o que as pessoas dizem sobre você em frases que ficam por aí para todo o sempre. Fotos são marcadas e até o que não era sua intenção revelar, às vezes, vaza.
No caso de crianças, sou radical. Rede social não é lugar para elas, mas todos sabemos que essa regra não pegou. Alguém já viu o filho de outro alguém na rede e não teve coragem de denunciar, como prega a política interna do Facebook. Além do mais, a criança cresce rapidinho e tudo complica. E aí, como faz então se proibir é a menos plausível das estratégias?
Larissa tem razão sobre explicar, falar dos riscos e é mais sensata ainda ao reconhecer que ficar repetindo a ladainha toda hora pode ser tiro n`água.
"Costumo defender muito o ponto de vista dos adolescentes, mas o brasileiro é muito deslumbrado com internet. Fala demais na rede. Mas não tem essa de bloquear pai e mãe", diz o escritor João Pedro Roriz, 31 anos, autor de Como educar sua mãe (Editora Wak). "Só que os pais têm que entender que o filho está na rede com seu grupo de amigos. Ficar curtindo tudo e elogiando o tempo todo é algo que não funciona na vida real, nem na vida online. O filho fica danado da vida", afirma Roriz. Senha e loguin não podem ser propriedade privada e exclusiva dos adolescentes e das crianças, defende Roriz.
No caminho rumo ao amadurecimento, nosso filhos não precisarão mais de todos os escudos que colocamos em torno deles. São etapas a serem conquistadas. Entendo que essa privacidade da senha numa rede social faça parte desse processo. A minha tese é a seguinte: rede social é vida pública. E há um momento da vida pública dos nossos filhos que nos dizem respeito quase 100%. E não se rompe socialmente com pai e mãe, a não ser que haja um motivo forte para isso. Não é uma atitude inofensiva como combinar um cinema com os amigos e pedir para os pais pegarem duas quadras longe da vista da galera, embora para os filhos possa parecer o mesmo.
Além do mais, o que está ali não é sigiloso. Seja qual for o motivo que leva os filhos a excluírem os pais, não custa lembrá-los que rede social não é lugar para segredos. Estes devem ser bem guardados e revelados numa velha e boa conversa olho-no-olho com poucos escolhidos. Fica a dica.
Não participar de redes sociais é uma decisão cada vez mais difícil de tomar. Diria até inviável. Dizer que basta mandar o filho sair e pronto é apelar para uma daquelas falsas soluções que encurtam o debate e não ajudam em nada, sobretudo os pais adeptos da rede social. As comunidades online são um pequeno filamento dessa teia maior chamada internet, uma invenção que o futuro nos deixou.
Quando você pensa em abandonar alguma rede à qual aderiu, se dá conta de que montou com a ajuda desse instrumento uma poderosa agenda de contatos. Está recebendo mensagens importantes via inbox porque o email, se não caiu em desuso ainda, foi condenado ao ostracismo por muita gente, ainda mais se estiver na casa dos 20 anos. Seu filho se sente da mesma forma, e não nos cabe julgar que mensagens são ou não importantes para ele. Viramos um pouco reféns dessa história, embora eu conheça várias pessoas que continuam fora da rede muito bem, obrigado. Mas também sei de incríveis experiências viabilizadas pelo contato online. Eu tenho uma dessas incríveis histórias. Recuperei parte importante da família que estava perdida e não se encontrava havia mais de 25 anos. Primos bem próximos se tornaram amigos para sempre. Guardarei lá no fundo da alma uma certa gratidão pelo que a tecnologia (e nossa iniciativa, claro) nos proporcionou.
Então se somos adeptos, vale o exemplo. O que dizemos, postamos e revelamos na rede vai ser um dos parâmetros para o discernimento dos nossos filhos, por mais empenhados que eles pareçam em não nos copiar. Como tudo na vida. Estamos todos navegando sem bússola nesse novo mar. Não há etiquetas claras. Regras são elásticas e caem em descrédito com a mesma rapidez com que os filhos crescem. Lemos aqui e ali opiniões que tentam aprofundar a questão da segurança e da exposição, mas sempre fica uma lacuna. É cada família por si, não é? Negocie regras para serem seguidas por todos na família. Faça um grande acordo. Não postaremos fotos? Não marcaremos outras pessoas em fotos? Não revelaremos onde passamos nossas férias? Não desmereceremos uns aos outros? Não mandaremos indiretas pela rede? Proponha um debate: para que usamos uma rede social? Os motivos podem até ser diferentes, mas o padrão de comportamento pode ser o mesmo. Vai da consciência, da necessidade, da experiência e do receio de cada um.

Era Dia das Crianças e houve festa no prédio com brincadeiras e churrasco. Estava previsto também lanche para as crianças. Me aproximei da minha filha mais velha querendo saber onde seria o lanche, para onde elas iriam e o que comeriam (mãe sempre quer saber demais). Com um sorriso acolhedor e um olhar que implorava compreensão, a garotinha de 7 anos me respondeu o seguinte:
"Vai ser no salão de festas mas...não precisa ir lá não. Pode deixar que eu levo a minha irmã".
Eu disse que nunca tinha sido bloqueada? Oi?  
                                                                                  By Isabel Rezende.

Ideias para tirar você do trânsito

Com inovações simples de compartilhamento de bens e dados, a sociedade começa a desatar os nós das ruas

                                       
                               
                  
No calor das manifestações de junho, por passagens mais baratas e melhorias no transporte público, o governo federal anunciou um investimento de R$ 50 bilhões, até 2017. O trânsito é um dos maiores desafios das grandes cidades no mundo inteiro – e também no Brasil. Uma pesquisa divulgada na semana passada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima em 40 minutos o tempo que os brasileiros que vivem nas regiões metropolitanas levam para chegar ao trabalho. A cidade mais atravancada é o Rio de Janeiro, com 47 minutos no trajeto. Em São Paulo, o tempo de viagem aumentou 20% em duas décadas. Hoje, os paulistanos levam 46 minutos no trânsito. A situação piorou mais nas capitais do Norte e Nordeste. Boa parte disso ocorre porque o número de casas com carro na garagem cresceu 8% em apenas quatro anos. Pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros tem carro próprio.
De acordo com o empreendedor paulista Marcio Nigro, tudo pode ser resolvido do dia para a noite, a custo quase zero. Para ele, basta cada motorista compartilhar os bancos vazios de seu carro. “São Paulo tem 5 milhões de carros particulares em circulação, a maioria ocupada apenas pelo motorista. Há cerca de 20 milhões de assentos desocupados”, afirma Nigro. Os ônibus da capital transportam, por dia, 9,8 milhões de pessoas. “Se todos derem carona, adeus engarrafamento nas ruas e filas no transporte público”, diz. Nigro fundou o Caronetas, um site de caronas com cerca de 10 mil usuários. 
O cenário proposto por Nigro é impraticável. Seu raciocínio ajuda, porém, a mostrar o potencial do compartilhamento no trânsito. O crescimento das capitais nos últimos 20 anos impõe óbvios gargalos ao sistema de transporte. Mas também proporciona novas possibilidades de cooperação. Numa cidade como São Paulo, com 12 milhões de habitantes, quase sempre há alguém, a poucos quilômetros, capaz de resolver seu problema. É apenas uma questão de encontrar os pares. É aí que entra a tecnologia. Dividir bens, como o carro ou a garagem, e informações pessoais, como os dados de GPS, pode revolucionar – e já revoluciona – a locomoção nas cidades.

                 Facebook desiste dos anúncios em vídeo na rede social                                                                 
Clipes poderiam ser executados automaticamente, sem você iniciar a reproducao
A ideia nada interessante que circulava pela internet de que o Facebook poderia incluir anúncios em vídeo na linha do tempo e feed dos usuários parece ter sido descartada pela empresa. Segundo fontes anônimas do AllThingsD, a rede social enviou um comunicado aos seus anunciantes dizendo que eles não deveriam esperar nenhum tipo de espaço para propaganda em vídeo no Facebook por enquanto.
Ainda de acordo com o AllThingsD, a companhia de Mark Zuckerberg teria desistido da ideia por, até o momento, não ter encontrado uma forma de não irritar os usuários com anúncios desse tipo em sua linha do tempo. O grande problema do modelo anterior que vinha sendo discutido é que os vídeos tocariam automaticamente quando você realizasse o login em sua conta no Facebook ou rolasse a linha do tempo até um dos anúncios.
Dessa maneira, pelo menos até 2014, não devemos ver nenhum tipo de anúncio desse tipo na rede social, caso os detalhes sejam realmente procedentes.



Sunday, October 27, 2013

                  It could be a lie but it happens 

                                                 
I saw in Brazilian newspapers this matter and decided to share because it can be a warning to young Brazilians who choose the beautiful city of Paris the ideal location for their studies and professional formation or even maintain residence ...
A friend, a newcomer to Paris to do a doctorate, desperately seeking an apartment. Any student (or worker who earns less than a fortune per month) who moves to the French capital live this drama at least for a few weeks. Besides the inflated prices, owners deranged make demands that go far beyond a complete dossier containing an employment contract of indefinite duration and a guarantor (who is French and millionaire, bien sûr).

The conversation with the owner is usually much worse than any job interview. In peak periods (eg the month of September, they begin classes in universities), visits collective mark owners: you're in line with his giant dossier in hand and have a few minutes to see the Homeroom. But is not you going to choose the apartment, is clear. It is the owner who chooses the tenant, given the great demand. I've heard more than a history of blatant racism: the owner look a couple up and down and without even letting them visit the apartment, says: "I am against mixed marriages." If the complaint.

The scenario painted above is totally realistic, believe me. And it gets worse. That my friend, without an employment contract for an indefinite period and no guarantor French millionaire, was really desperate. She had visited dozens of apartments without success. Also put an ad on a site of tenants and owners, "student seeks studio or room in Paris"

As there was no answer at the suggestion of the site, increased his profile: put a picture of the face and age. Being young and beautiful, in a few hours, he received hundreds of replies: homeowners men, usually older, who said accepting host it for a reasonable price or even for free. Some wrote, in the can, which was not only to share the apartment but the bed. My friend took off running the profile of the site and a few days later, fortunately, managed to rent an apartment in normal conditions.

My friend and I were shocked by the responses of the site. But we soon discovered that the practice was much more common than we thought: thousands and thousands of students end up prostituting themselves to get a place to live and pay bills, thereby avoiding long hours of hard work as a supermarket cashier or waitress. There are no official figures, but estimates of an association of students, around 40 000 students (the vast majority of women) are prostitutes. (Read here the story of Figaro, in French).

Besides infest apartment rental sites and social networks, wealthy men seeking sex with young students rely on specialized dating sites - and legal. Can hire prostitutes without breaking any laws. In a quick search on the internet, I came across a French site, whose motto is as follows for men: "You are a man who lives in comfort? You're busy and enjoys attractive and ambitious young? "And for women:" You are a young man who wants to be spoiled? Are you looking for a mature partner and elegant gift to give him? ". Prostitution.

Besides infest apartment rental sites and social networks, wealthy men seeking sex with young students rely on specialized dating sites - and legal. Can hire prostitutes without breaking any laws. In a quick search on the internet, I came across a French site, whose motto is as follows for men: "You are a man who lives in comfort? You're busy and enjoys attractive and ambitious young? "And for women:" You are a young man who wants to be spoiled? Are you looking for a mature partner and elegant gift to give him? ". Prostitution.

Obviously, it is not a phenomenon unique to Paris, but of all the great cities of the world faces. Nor is it new. But gained gigantic proportions with the internet, which facilitates the meetings and that becomes a real temptation for young women struggling to afford the bills and study at the same time. Rio de Janeiro and São Paulo, at the pace you go, do not go accusing take the same kind of freak.


The main intention was to draw attention to this kind of problem will occur with much naturalide. Thought interesting to share this very sad event in our society





Saturday, October 26, 2013

          A FEIRA DA PRACA XV  -  O mercado de pulgas

                                       
Hoje resolvi jogar conversa fora e explorar ao maximo o chamado mercado de pulgas um ponto tradicional no Rio de Janeiro para os dias de sabado.  Tudo começou na década de 70 como uma feira de troca...e hoje ela é considerada uma das maiores da América Latina...A Feira de Antiguidades da Praça XV, no Rio de Janeiro.
A começar pela sua localização...no berço da história do Brasil...Paço Imperial, Arco do Telles, Igreja do Carmo - a antiga da Sé da cidade do Rio, Chafariz da Pirâmide, ...
Sempre vi algo de especial nos mercados de rua, talvez por conta do clima descontraído, dos achados imprevisíveis e da simpatia das pessoas. Os de antiguidades, em particular, se destacam por conta de uma coisa: as histórias. Existe um quê de mistério e de descoberta no repertório de cada objeto e de cada pessoa que trabalha ali, resgatando e mantendo viva a história de tantas gerações.
Em duas horas de passeio, fazendo um garimpo visual encontrei vários objetos interessantes e explorei as barraquinhas tranquilamente. Diferente da feira de antiguidades do Lavradio, que acontece no primeiro sábado do mês, ela não fica tão cheia e se concentra mais em reunir antiguidades, do que produtos novos e mais caros.
Para mim, foi uma viagem no tempo. Vejo aqueles brinquedos que eu tinha quando era criança nos anos 70 e objetos de decoração parecidos com os que haviam antigamente na minha casa, bem como os móveis e eletrodomésticos. Também os discos (antigos long-playing), aqueles bolachões pretos em vinil, produzidos numa época distante anos-luz da época do cd.

A começar pela sua localização...no berço da história do Brasil...Paço Imperial, Arco do Telles, Igreja do Carmo - a antiga da Sé da cidade do Rio, Chafariz da Pirâmide, ...
. Seu início data dos anos 70 e naquela época ela funcionava através de escambo
Se ela é realmente a maior feira da América Latina, eu não posso afirmar, mas a diversidade e abrangência de artigos que ela reúne, com certeza a posiciona entre uma das mais interessantes. Daquelas que envolvem pessoas de todas as idades e que promovem uma verdadeira volta ao passado.
Com as obras da demolição do viaduto da Perimetral já em curso, os feirantes afirmam que a feira vai se mudar para a praça vizinha, do Paço Imperial. Resta saber se ela continuará mantendo sua essência, com o clima intimista e encantador, que ela possui até hoje. Espero que sim, e que a operação urbana do Porto, potencialize a cultura local, sem transformar sua essência que também é baseada no improviso. Que as mudanças venham, mas que as histórias prevaleçam

Programe uma visita a essa feira que é considerada como uma das mais tradicionais do Rio.
E assim eu terminei meu Sabado outra coisa tudo isso com direito a um caldo de cana e um pastel em diversas barraquinhas de comida espalhadas pelo local.
E Termina em direcao ao aeroporto com os vendedores expondo suas mercadorias mesmo na calcada e que chamam do rabo da feira..o finalzinho...


 

O SONHO DE MORAR NO RIO DE JANEIRO VIROU UM PESADELO.

                                                  
Era uma vez o sonho de morar na grande cidade. O paraíso das oportunidades, do emprego bem remunerado, do hospital equipado e do acesso mais amplo aos serviços públicos. O centro do lazer cultural e do bem-estar. A promessa da mobilidade social e funcional.

A metrópole virou megalópole e, hoje, São Paulo e Rio de Janeiro se tornaram ambientes hostis ao cidadão de qualquer classe social que precise se deslocar da casa para o trabalho. As "viagens" diárias dificultam conciliar família e profissão. Os serviços públicos são muito ruins. E o transporte coletivo negligenciado por sucessivos governos como "coisa de pobre" é indigno.

Hoje, mais da metade da população (54%) tem algum carro. O Brasil privilegiou a indústria automobilística, facilitou a compra de veículos, e a classe média aumentou em tamanho e poder de consumo. Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. Ficaram presos no congestionamento.

Quem mais fica engarrafada nas ruas é a classe média, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A pesquisa, com base em dados de 2012, revela que os muito pobres e os muito ricos gastam menos tempo no deslocamento casa-trabalho do que a classe média. Os ricos, porque podem morar perto do trabalho sem contar os milionários e os governadores, que andam de helicóptero. Os muito pobres, sem dinheiro para a passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô muito menos em sistemas inteligentes de transporte , estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.

passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô muito menos em sistemas inteligentes de transporte , estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.

Nesse cenário, qualquer falha, incidente, obra, desastre ou atropelamento transforma o caos "normal" em catástrofe. Tombou a carreta? O ônibus atropelou o ciclista? O trem sofreu pane? O bueiro explodiu? O cano estourou? A linha de nosso reduzido metrô enguiçou? O asfalto cedeu? Os motoristas de ônibus pararam por melhores condições? Pronto, não se chega mais a lugar nenhum. Até os atalhos se tornam sucursais do inferno.

Hordas de passageiros brigam para entrar num vagão, derrubam idosos, não têm cuidado com as crianças e as grávidas. Alguns se transformam em Black Blocs sem máscaras e depredam. Motoristas se fecham e se xingam uns aos outros. Esse cotidiano penoso torna o cidadão ao lado um inimigo, um adversário. É preciso chegar à frente dele, roubar seu lugar.

Vivemos uma situação de guerrilha urbana diária, provocada pela falta crônica de planejamento e a ausência de investimentos públicos em serviços de qualidade. Governos sucessivos erraram nas prioridades e no modelo de desenvolvimento. Somos o país da improvisação e precipitação.

"Investir em transporte de massa, em trem e metrô, criar sistemas articulados e decretar o fim do império do automóvel particular é uma providência imediata", afirma o urbanista Augusto Ivan, nascido em Minas e radicado no Rio. "Quando surgiu, o automóvel era chamado ‘carro de passeio’. Deveria voltar a ser apenas isso. Só assim mudaremos o cenário pavoroso de congestionamento. Precisamos taxar a circulação de carros em áreas mais conflagradas, a exemplo da Inglaterra, que estipulou uma ‘congestion charge’. É simples: ou paga para circular ou não entra."

O urbanista e vereador Nabil Bonduki (PT-SP) calcula que, para melhorar minimamente a circulação em São Paulo, "seria preciso retirar 25% dos carros das ruas". Não dá para fazer isso sem criar um transporte coletivo de qualidade. "Nem falo apenas de unidades de trens, metrôs e ônibus. Mas de um sistema, que inclui até calçadas e iluminação, além de conexão. Um sistema que a população considere seguro e confortável." A aglomeração excessiva em cidades segregadas, um fenômeno típico de Terceiro Mundo, obriga a longos deslocamentos. "Da porta para dentro de casa, a classe média melhorou muito de vida. Mas o espaço público não acompanhou a melhoria."








Friday, October 25, 2013

                          dicas para se dar bem em sua profissão

                                                         As coisas são bem mais simples do que se pensa e, mesmo assim, tem muita gente por aí fazendo tudo errado

                                                                 
Se tem uma coisa sobre a qual a Forbes entende é o mundo dos negócios. E esse assunto envolve outras questões complementares, como finanças, investimentos, carreira e por aí vai. Então, quando essa revista publica algumas dicas sobre sucesso, é bem provável que ela saiba do que está falando.
Nós vamos compartilhar com você agora algumas dicas valiosas para conseguir o que se quer. Valiosas e simples, aliás. Parece que um dos grandes problemas da tão falada Geração Y é alimentar expectativas irreais de compensação e/ou falta de ética no ambiente de trabalho.
Antes de qualquer coisa, é importante que você entenda que deve tratar a todos com o mesmo respeito, sem parecer falso, mas por uma questão básica de educação. A verdade é que você deve ser, sempre, honesto a respeito do que pensa, independente se conversa for com um estagiário novo ou com o seu chefe.
                                       
E, por mais básica que pareça essa dica, muitas vezes ela não é seguida. Há sempre aquele tipo de pessoa que realmente acredita em sua tática falha de sorrir e acenar para tudo o que o chefe diz, inclusive quando é algo a respeito do que o funcionário discorda. As pessoas percebem quem fala o que pensa e é comprometido e quem apenas sorri e faz sinal afirmativo com a cabeça.
O fato de muita gente se comportar sem muita personalidade não é, afinal, culpa de ninguém, mas talvez resulte da falta de informação sobre o que realmente deveria ser feito. Acredite: tem gente por aí que não sabe, ainda, que não é preciso bancar o maquiavélico para ter sucesso. Duvida? Então confira alguns passos bem simples que podem fazer a diferença na sua vida profissional quando você quer pedir alguma coisa – desde atenção para uma ideia nova até um aumento de salário:

                                                                  Quando você está pedindo alguma coisa, é preciso se abrir e criar o ambiente ideal para demonstrar isso. Nessa horas, o ideal é baixar a guarda, ser claro, conciso e evitar qualquer tipo de joguinho político chato e manjado.

                                                                  2 – Mantenha o controle

                                                          

É lógico que de vez em quando você perde a cabeça e sai falando algumas barbaridades por aí.  O problema é quando você faz isso em seu ambiente de trabalho. Por mais difícil que possa parecer, é preciso evitar ao máximo demonstrar esse tipo de vulnerabilidade.
O fato é que às vezes você abre seu coração, explica suas ideias e necessidades e as vê indo por água abaixo. Isso acontece. Outra coisa que você deve saber: nenhum emprego é perfeito e de vez em quando algo pode dar errado. Nesse momento, você deve se perguntar: o que é melhor? Estragar tudo, soltar os cachorros e pedir demissão ou ficar chateado alguns dias e continuar trabalhando?
Uma coisa é demonstrar sentimentos, outra é perder o controle da situação. Sua ideia foi rejeitada? Tenha outra melhor.

                                                       
Timing é aquele momento certo de tomar alguma atitude. Você não deve deixar esse momento simplesmente passar. A mesma lógica serve para que você perceba, por exemplo, a hora certa de NÃO agir.
Se a empresa na qual você trabalha está realizando alguns cortes de custos, não é bacana que você chegue para o seu chefe pedindo para ser promovido e transferido para uma sala maior. Pense sempre em como vão as coisas de uma maneira geral e não apenas no seu próprio benefício.

                                                      Honestidade


Essa palavrinha mágica pode abrir muitas portas em sua vida e é fundamental que você se mantenha honesto se quiser se dar bem em seu emprego.
Outra dica: honestidade fingida não funciona. Qualquer um sabe quando alguém está só fazendo de conta que é honesto. Na dúvida, apenas fale o que pensa, de maneira clara, sincera e tranquila. Quando quiser pedir algo para si, explique como isso também ajudaria a empresa.
        
                                                  

                                                                                  By Lee Costa

 

Second Week of Congressional Hearings Increases Pressure on Trump US President Donald Trump faces the threat of further testimony that ...